Resultado do sorteio de vagas para o curso de Iniciação Teatral com Cleber Barros

Segue a lista dos candidatos inscritos que foram contemplados, por meio de sorteio, com as 25 vagas abertas para o Curso de Iniciação Teatral com o ator e diretor de teatro Cleber Barros.

Lista organizada por ordem alfabética

AIMEE OLIVEIRA MARTINS

ALINNE RAKEL BANDEIRA ZAIRE

ANA CLAUDIA ARAUJO DOS SANTOS

ANA CLEICE OLIVEIRA SOUZA

CLAUDIA PESSOA QUEIROZ

DINARIA BRITO DA SILVA

EMILLY GOMES DE ANDRADE

GABRIEL SOUZA DE OLIVEIRA

GISELLE CRISTINA SILVA DE FREITAS

HERNAN DE MESQUITA CASTRO JÚNIOR

JIGLYANE RAMOS DUARTE

JOÃO VÍTOR ARAÚJO DA SILVA

JORGE LUIZ DE OLIVEIRA RODRIGUES

KELLINE JESSICA OLIVEIRA DO NASCIMENTO

LUCAS GABRIEL BARROS DA FROTA

MARIA EDUARDA SAMPAIO FERREIRA

NÚBYA NARA MADELLA

PENÉLOPE FARIA DA COSTA

RICRADO JOSÉ RAMOS PAMPOLHA JUNIOR

SABRINA DE ALMEIDA SAMPAIO

SABRINA JAYNNAH OLIVEIRA DE MELO

TAINARA DA SILVA MATOS

THAIS DA SILVA DALMAGRO

YAGO DE SOUZA DOS SANTOS

YNARA GABRIELLY MAGALHÃES ROCHA

Lista de espera (por ordem de sorteio)

RAYSE VITÓRIA DUARTE DE SOUZA

WHESLEY LUIZ PEREIRA DINIZ

KAREN ALINE VIANA DE MELO

FABRIELEN GERMANO MELO

MATHEUS MELO DE CARVALHO

CLÍVIA DE SOUZA ALMEIDA

ANDRESSA CRISTINY ARAÚJO DE OLIVEIRA

VANDSON HALUEM DA SILVA

TIAGO CASTELO BONFIM MINASSA

VITÓRIA MARIA DE SOUZA MOTA

Usina de Arte recebe a Camerata de Cordas da UFAC nesta sexta

Nesta sexta-feira, 5 de maio, às 19:00 horas, a Usina de Arte receberá a apresentação da Camerata de Cordas da UFAC, um grupo instrumental formado por professores, técnicos músicos e alunos da Universidade Federal do Acre e coordenado por Leonardo Feichas, violonista e professor do Curso de Música da instituição.

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A Camerata, ligada a um projeto de extensão da Pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da UFAC, foi criada com o objetivo de trabalhar repertórios para cordas (violino, viola e violoncelo) de diferentes períodos, além de buscar divulgar obras de compositores contemporâneos.

O projeto fez a primeira apresentação em 17 abril, na UFAC e tem como proposta chegar a diferentes locais da cidade de Rio Branco.

Leonardo Feichas afirmou que “este é apenas o início do trabalho. Esta segunda apresentação contará com várias novidades em relação à primeira. Nós já estamos trabalhando também num novo repertório e planejado as próximas apresentações.”

A apresentação é gratuita e livre a todas as faixas etárias.

Compõem a Camerata: Leonardo Vieira Feichas, Letícia Porto Ribeiro, José Paulo Pereira Martins, Catarina Costa Amaral, Alan Deivis Uchôa de Bem, Wilson Medeiros dos Santos, Suellen Frota de Castro, José Luis Cabral, André Ricardo de Alencar Dantas, Marcello Messina, Marcelo Alves Brum.

Serviço

Evento: Camerata de Cordas da UFAC

Local: Usina de Arte (Endereço (Av. da Acácias, 1.155, Bloco B, bairro Distrito Industrial, Rio Branco)

Data: 5 de maio de 2017

Horário: 19 horas

Classificação indicativa: livre

Sobre Leonardo Feichas

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Natural de Itajubá–MG, iniciou os estudos musicais aos 12 anos no Conservatório Estadual Juscelino Kubitschek em Pouso Alegre – MG estudando violino. Em 2009 graduou-se em violino na Unicamp e em 2013 concluiu o mestrado em performance também na Unicamp. Participou de diversas orquestras no estado de São Paulo e de festivais no Brasil e no exterior. Atualmente é professor de violino (Práticas Interpretativas) na UFAC, onde desenvolve intensa atividade de ensino, extensão e pesquisa. Como violinista, tem uma intensa atividade como músico de orquestras, violino solo e camerista em formações instrumentais como violino-violão, violino-piano e violino-guitarra. Como pesquisador, tem como objeto de estudo o repertório para violino solo brasileiro, especificamente o conjunto de 26 Prelúdios Característicos e Concertantes para Violino Só do compositor Flausino Valle. Já se apresentou como palestrante, recitalista congressista em 2013 em diversos países, como Esatdos Unidos, Inglaterra, Colômbia, Escócia. Neste ano selecionado para participar do renomado Starling-DeLay Symposium on violin studies na Julliard School of Music, em Nova York (EUA). Hoje atua como recitalista e palestrante, divulgando a música brasileira através de repertório que transita entre o erudito e o popular.

Encerramento do III Fórum de Dança do Acre

Hoje acontece o enceramento do III Fórum de Dança do Acre, que  teve início quarta-feira (26) e foi realizado pela Associação de Dança do Acre (Asdac).

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A programação do evento trouxe uma série de atividades, entre oficina, apresentações de dança e teatro, mesas redondas, fóruns, grupos de trabalho.

De acordo com os organizadores, o Fórum, que teve sua primeira edição em 2015 e a segunda em 2016, tem como principal objetivo atrair mais a atenção da sociedade local para a arte da dança, bem como incentivar parcerias e apoios e promover o intercâmbio entre grupos de periferia, escolas de dança e companhias.

O ápice de apresentações e de público aconteceu sábado, 29, com o primeiro dia da II Ato Mostra de Dança, que foi organizada especialmente para comemorar ao Dia Internacional da Dança, que é justamente o dia 29 de abril. O II Ato Mostra de Dança trouxe ao palco do teatro do Usina de Arte inúmeros grupos, dentre os quais: Grupo Zuriel, Ceja Forrozeiro, Oásis Cia. de Dança, Lambada e Cia., Grupo Triplo X e outros.

Hoje, domingo, ocorre o segundo dia do II Ato Mostra de Dança, das 19h às 21h30 também na Usina de Arte, dessa vez com a participação do Balé Infantil da Escola Adorai e do Ballet do Sesc. A programação ainda traz o espetáculo Sansão e Dalila, da Escola Adorai, às 19h30.

CURSO DE INICIAÇÃO TEATRAL NA USINA DE ARTE

O Governo do Acre, por meio da Fundação Elias Mansour e Instituto Dom Moacyr, dando continuidade às suas ações de formação, oferece na Usina de Arte João Donato, a partir de maio, mais um curso na área de artes cênicas, voltado para pessoas com interesse  em ter um contato inicial com o teatro. O objetivo da oferta é atender a comunidade, que tem procurado com frequência oficinas e cursos de iniciação teatral.

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O curso será ministrado pelo ator e diretor de teatro Cleber de Barros e é destinado a um público com idade a partir de 14 anos interessado em desenvolver habilidades básicas relacionadas a atuação em palcos de teatro. Os alunos irão ter aulas de interpretação e noções de figurino e cenário.

O objetivo do curso é proporcionar aos alunos vivências com o universo teatral por meio de jogos dramáticos, da improvisação, da expressão corporal e vocal, da interpretação e criatividade. Serão desenvolvidas experiências através de pequenos experimentos cênicos que, na conclusão do curso, serão mostrados ao público.

O curso terá carga horária total de 60 horas com 4h/a por semana. As aulas acontecerão às segundas e quartas-feiras, no período da tarde, no horário de 15h às 17h na Usina de Arte. A data prevista para início do curso é 08 de maio de 2017.

Serão ofertadas 20 vagas e a seleção será por meio de sorteio. A lista dos selecionados será divulgada aqui no blog no dia 04/04.

As inscrições estarão abertas de 26/04 a 03/05 e serão realizadas por meio do link

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeKdNw9FWhkEAFWk90NHDvwOts24g9gZHIJ3IYfsy0SkVGq4g/viewform

O certificado será emitido a quem concluir o curso com a carga horaria mínima de 75% de presença.

Inscritos para a Oficina de Dança Negra Contemporânea

Em virtude de problemas técnicos no recebimento dos formulários enviados pelos inscritos na Oficina de Dança Negra Contemporâneo com a Cia Treme Terra, convocamos os inscritos para que se apresentem na Usina de Arte no dia 16 de abril, domingo, às 15h, para participar da oficina.

Atenciosamente,

Usina de Arte João Donato

Cia Treme Terra apresenta o espetáculo Terreiro Urbano na Usina de Arte

A Cia Treme Terra surgiu em 2006 com o intuito de pesquisar e promover a Arte Negra na cidade de São Paulo. Em 2015, a Cia foi contemplada pelo edital Funarte Klauss Vianna, possibilitando que neste ano de 2017 circule com o espetáculo Terreiro Urbano e oficinas pela região norte, passando pelos estados do Acre e Pará. A circulação irá contemplar 10 cidades, cinco em cada um dos estados.

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Terreiro Urbano é uma criação coletiva da Cia, inspirado na mitologia dos orixás, composto por coreografias e músicas que dialogam com este universo e formam fotografias da diáspora africana e suas influências sobre as outras culturas existentes na grande metrópole. A ideia não é representar o terreiro tradicional no palco da forma como ele é feito em seus rituais sacros, mas sim criar uma releitura contemporânea desta manifestação, um caleidoscópio da cultura afro-brasileira a partir da mitologia dos orixás, seus cantos e movimentações.

O espetáculo tem a direção de João Nascimento, músico pesquisador da cultura afro-brasileira, e coreografia de Firmino Pitanga. Reúne no palco os 17 músicos e bailarinas do Treme Terra, o Quinteto Abanã, grupo que mescla músicas populares brasileiras de matriz africana, com canto lírico e erudito e o Z’África Brasil, grupo que contribui com a presença do hip-hop como elemento de manifestação urbana. Completam a ficha técnica Júlio Dojcsar, responsável pelos materiais cênicos e Vana Marcondes e Lígia Nicácio, que desenharam os figurinos.

João Nascimento classifica o espetáculo como “contemporâneo de composição efêmera, subjetiva e poética, que investiga as manifestações populares dos terreiros, suas movimentações, sonoridades, hábitos, preceitos e fundamentos intrínsecos que fazem parte desta cultura ancestral.”

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Fonte: Google

A Cia Treme Terra trabalha na valorização e difusão da cultura afro-brasileira por meio de oficinas de formação artística voltadas para jovens. Em sua sede, hoje localizada no Rio Pequeno, bairro da periferia de São Paulo, são oferecidas oficinas gratuitas para a comunidade local e a partir destas atividades é formada uma companhia de dança e música que cria um espaço de vivência e produção artística propiciando um ambiente democrático de troca e integração sociocultural.

A Cia realizará na Usina de Arte uma oficina de dança negra contemporânea, que acontecerá no domingo, dia 16, às 15h.

https://docs.google.com/forms/d/1Tmm3B9sTeCK8OVAacaSMGWJndcIAw82VB3N4yM9eb_w/edit

Serão disponibilizadas 15 vagas

Serviço:

Espetáculo Terreiro Urbano

Local: Usina de Arte (Endereço (Av. da Acácias, 1.155, Bloco B, bairro Distrito Industrial, Rio Branco)

Data: dias 15 e 16 de abril de 2017

Horário: 19 horas

Classificação etária: livre

ENTRADA GRATUITA

Oficina de dança negra contemporânea

Local: Usina de Arte

Data: dia 16 de abril de 2017

Horário: 15 horas

 

Usina de Arte recebe oficina de teatro da companhia portuguesa Mala Voadora

Neste mês de abril, nos dias 14, 15 e 16, a Usina de Arte receberá uma oficina de teatro ministrada pela Companhia Mala Voadora, grupo teatral expoente das artes cênicas de Portugal, e que vem ao Acre com o apoio cultural do governo do Acre por meio da Fundação Elias Mansour.

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A oficina, com 15 vagas e carga horária de 12 horas, acontecerá no horário das 16h às 20h e será direcionada a profissionais e estudantes de teatro e público interessado.

O objetivo da oficina é que os participantes conheçam os métodos de trabalho da Companhia, entendendo como fazer de cada novo espetáculo uma oportunidade de especulação em torno dos contornos do que se entende por teatro. Serão exploradas as possibilidades de relação entre o tema de que trata um determinado espetáculo e os recursos teatrais com que ele é construído: os seus dispositivos ficcionais, narrativos, cênicos e de representação. Dentre os temas propostos, destacam-se aqueles que têm como foco os territórios de ambiguidade entre performance e representação; a ideia de “encenação em direto”; a variedade de recursos sonoros e musicais que podem ser colocados ao serviço da construção dramatúrgica; e a importância da cenografia como elemento significante do espetáculo.

A oficina é gratuita e será ministrada por Jorge Andrade, fundador da Companhia Mala Voadora. Os interessados em participar da oficina podem fazer sua inscrição no período de 3 a 09 de abril preenchendo o formulário disponível no link abaixo.

Inscrições encerradas!

A seleção dos inscritos será feita por meio da análise de três critérios: área de formação/atuação profissional, breve currículo.

Sobre a Companhia Mala Voadora

Mala voadora é uma renomada companhia de teatro portuguesa. Foi fundada em 2003 por Jorge Andrade (encenador, ator e dramaturgo) e José Capela (cenógrafo e arquiteto), responsáveis pela direção artística do grupo. Em 2013, Vânia Rodrigues (coordenadora de gestão e programação) e Joana Costa Santos (diretora de produção) passaram a compor a companhia.

O grupo acaba de receber o prêmio de melhor espetáculo do ano de 2017, pela crítica de Portugal, com a peça Moçambique, obra que a companhia traz ao Brasil com apresentações em Curitiba e em São Paulo neste mês de abril.

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Moçambique faz parte de um projeto de dois espetáculos. O segundo, chamado Amazônia, está em processo de pesquisa e estreará em novembro em Portugal. Para a criação de Amazônia, a companhia realizará uma pesquisa em Rio Branco-AC.

Os espetáculos da Cia Mala Voadora caracterizam-se pela sua persistente especulação em torno do que pode ser teatro, do que pode ser texto dramático e pela tensão entre materiais externos e internos à tradição teatral. O grupo publicou vários textos do inglês Chris Thorpe, seu colaborador regular, e em breve lança a publicação de textos de Jorge Andrade.

Mala Voadora produziu até o momento 38 espetáculos. Tem sido presença regular nos principais palcos e festivais nacionais e estabelecido coproduções com as mais prestigiadas instituições. Apresentou o seu trabalho também em países como Alemanha, Bélgica, Bósnia Herzegovina, Brasil, Cabo Verde, Escócia, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Grécia, Inglaterra, Líbano e Polônia.

Para conhecer mais sobre a Companhia mala Voadora, acesse o site http://malavoadora.pt/

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