SESC, em parceria com a FEM, oferece oficina de Animação 2D

O Serviço Social do Comércio (SESC), em parceria com a Fundação de Cultura Elias Mansour, comunica a abertura de inscrições para 25 vagas da oficina de Animação 2D, com Ítalo Rocha e Marcelo Zuza. As aulas terão início na segunda-feira, 11, e acontecerão no horário das 08h às 12 horas na Usina de Arte João Donato. Serão cinco encontros ao todo, de 11 a 15 de novembro, com carga horária total de 20 horas.

Durante a oficina, serão trabalhados criação de personagens, princípios da animação, stop motion, desenvolvimento de narrativa e edição de imagem e som. As inscrições vão até sexta-feira, 8.

Público alvo: desenhistas iniciantes, artistas visuais e áreas afins, bem como pessoas interessadas em conhecer sobre como é produzido um desenho animado.

Para realizar a inscrição, basta preencher o formulário disponível no link abaixo:
https://docs.google.com/forms/d/1RgpEgqR_VokqGZ-4sMWfzIxX_5vFyX6YPcI2XTEq8LI/edit

Os candidatos inscritos serão selecionados com base na carta de intenção e currículo. A lista com os selecionados será divulgada no blog da Usina de Arte no dia 09/11.

Mais informações: 3229-6892 / usinadearte.acre@gmail.com

SESC, em parceria com FEM, abre inscrições para oficina de Roteiro de Cinema

O Serviço Social do Comércio (SESC), em parceria com a Fundação de Cultura Elias Mansour, comunica a abertura de inscrições para 25 vagas da oficina de Roteiro de Cinema, com o cineasta Ney Ricardo. As aulas terão início na quarta-feira, 6, e acontecerão no horário das 14h às 18 horas na Usina de Arte João Donato. Serão cinco encontros ao todo, de 6 a 8 e 11 e 12 de novembro, com carga horária total de 20 horas.

Durante a oficina, serão trabalhados modelos de estruturas narrativas, abordando os principais esquemas utilizados no cinema para contar histórias, de modo a auxiliar os participantes na organização de ideias para a escrita de um roteiro. As inscrições vão até terça-feira, 5.

Público alvo: alunos e profissionais das áreas do cinema, jornalismo, comunicação, artes e carreiras afins, bem como pessoas interessadas em conhecer sobre a temática abordada.

Para realizar a inscrição, basta preencher o formulário disponível no link abaixo:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf9IH7ickw4yota8YXEqhTUM_D2bbPIbhyrmrOMHpb4wQO6dg/viewform?usp=sf_link

Mais informações: 3229-6892/usinadearte.acre@gmail.com

Inscritos para a Oficina de Dança Negra Contemporânea

Em virtude de problemas técnicos no recebimento dos formulários enviados pelos inscritos na Oficina de Dança Negra Contemporâneo com a Cia Treme Terra, convocamos os inscritos para que se apresentem na Usina de Arte no dia 16 de abril, domingo, às 15h, para participar da oficina.

Atenciosamente,

Usina de Arte João Donato

Cia Treme Terra apresenta o espetáculo Terreiro Urbano na Usina de Arte

A Cia Treme Terra surgiu em 2006 com o intuito de pesquisar e promover a Arte Negra na cidade de São Paulo. Em 2015, a Cia foi contemplada pelo edital Funarte Klauss Vianna, possibilitando que neste ano de 2017 circule com o espetáculo Terreiro Urbano e oficinas pela região norte, passando pelos estados do Acre e Pará. A circulação irá contemplar 10 cidades, cinco em cada um dos estados.

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Terreiro Urbano é uma criação coletiva da Cia, inspirado na mitologia dos orixás, composto por coreografias e músicas que dialogam com este universo e formam fotografias da diáspora africana e suas influências sobre as outras culturas existentes na grande metrópole. A ideia não é representar o terreiro tradicional no palco da forma como ele é feito em seus rituais sacros, mas sim criar uma releitura contemporânea desta manifestação, um caleidoscópio da cultura afro-brasileira a partir da mitologia dos orixás, seus cantos e movimentações.

O espetáculo tem a direção de João Nascimento, músico pesquisador da cultura afro-brasileira, e coreografia de Firmino Pitanga. Reúne no palco os 17 músicos e bailarinas do Treme Terra, o Quinteto Abanã, grupo que mescla músicas populares brasileiras de matriz africana, com canto lírico e erudito e o Z’África Brasil, grupo que contribui com a presença do hip-hop como elemento de manifestação urbana. Completam a ficha técnica Júlio Dojcsar, responsável pelos materiais cênicos e Vana Marcondes e Lígia Nicácio, que desenharam os figurinos.

João Nascimento classifica o espetáculo como “contemporâneo de composição efêmera, subjetiva e poética, que investiga as manifestações populares dos terreiros, suas movimentações, sonoridades, hábitos, preceitos e fundamentos intrínsecos que fazem parte desta cultura ancestral.”

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Fonte: Google

A Cia Treme Terra trabalha na valorização e difusão da cultura afro-brasileira por meio de oficinas de formação artística voltadas para jovens. Em sua sede, hoje localizada no Rio Pequeno, bairro da periferia de São Paulo, são oferecidas oficinas gratuitas para a comunidade local e a partir destas atividades é formada uma companhia de dança e música que cria um espaço de vivência e produção artística propiciando um ambiente democrático de troca e integração sociocultural.

A Cia realizará na Usina de Arte uma oficina de dança negra contemporânea, que acontecerá no domingo, dia 16, às 15h.

https://docs.google.com/forms/d/1Tmm3B9sTeCK8OVAacaSMGWJndcIAw82VB3N4yM9eb_w/edit

Serão disponibilizadas 15 vagas

Serviço:

Espetáculo Terreiro Urbano

Local: Usina de Arte (Endereço (Av. da Acácias, 1.155, Bloco B, bairro Distrito Industrial, Rio Branco)

Data: dias 15 e 16 de abril de 2017

Horário: 19 horas

Classificação etária: livre

ENTRADA GRATUITA

Oficina de dança negra contemporânea

Local: Usina de Arte

Data: dia 16 de abril de 2017

Horário: 15 horas

 

Usina de Arte recebe oficina de teatro da companhia portuguesa Mala Voadora

Neste mês de abril, nos dias 14, 15 e 16, a Usina de Arte receberá uma oficina de teatro ministrada pela Companhia Mala Voadora, grupo teatral expoente das artes cênicas de Portugal, e que vem ao Acre com o apoio cultural do governo do Acre por meio da Fundação Elias Mansour.

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A oficina, com 15 vagas e carga horária de 12 horas, acontecerá no horário das 16h às 20h e será direcionada a profissionais e estudantes de teatro e público interessado.

O objetivo da oficina é que os participantes conheçam os métodos de trabalho da Companhia, entendendo como fazer de cada novo espetáculo uma oportunidade de especulação em torno dos contornos do que se entende por teatro. Serão exploradas as possibilidades de relação entre o tema de que trata um determinado espetáculo e os recursos teatrais com que ele é construído: os seus dispositivos ficcionais, narrativos, cênicos e de representação. Dentre os temas propostos, destacam-se aqueles que têm como foco os territórios de ambiguidade entre performance e representação; a ideia de “encenação em direto”; a variedade de recursos sonoros e musicais que podem ser colocados ao serviço da construção dramatúrgica; e a importância da cenografia como elemento significante do espetáculo.

A oficina é gratuita e será ministrada por Jorge Andrade, fundador da Companhia Mala Voadora. Os interessados em participar da oficina podem fazer sua inscrição no período de 3 a 09 de abril preenchendo o formulário disponível no link abaixo.

Inscrições encerradas!

A seleção dos inscritos será feita por meio da análise de três critérios: área de formação/atuação profissional, breve currículo.

Sobre a Companhia Mala Voadora

Mala voadora é uma renomada companhia de teatro portuguesa. Foi fundada em 2003 por Jorge Andrade (encenador, ator e dramaturgo) e José Capela (cenógrafo e arquiteto), responsáveis pela direção artística do grupo. Em 2013, Vânia Rodrigues (coordenadora de gestão e programação) e Joana Costa Santos (diretora de produção) passaram a compor a companhia.

O grupo acaba de receber o prêmio de melhor espetáculo do ano de 2017, pela crítica de Portugal, com a peça Moçambique, obra que a companhia traz ao Brasil com apresentações em Curitiba e em São Paulo neste mês de abril.

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Moçambique faz parte de um projeto de dois espetáculos. O segundo, chamado Amazônia, está em processo de pesquisa e estreará em novembro em Portugal. Para a criação de Amazônia, a companhia realizará uma pesquisa em Rio Branco-AC.

Os espetáculos da Cia Mala Voadora caracterizam-se pela sua persistente especulação em torno do que pode ser teatro, do que pode ser texto dramático e pela tensão entre materiais externos e internos à tradição teatral. O grupo publicou vários textos do inglês Chris Thorpe, seu colaborador regular, e em breve lança a publicação de textos de Jorge Andrade.

Mala Voadora produziu até o momento 38 espetáculos. Tem sido presença regular nos principais palcos e festivais nacionais e estabelecido coproduções com as mais prestigiadas instituições. Apresentou o seu trabalho também em países como Alemanha, Bélgica, Bósnia Herzegovina, Brasil, Cabo Verde, Escócia, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Grécia, Inglaterra, Líbano e Polônia.

Para conhecer mais sobre a Companhia mala Voadora, acesse o site http://malavoadora.pt/

Usina de Arte recebe oficina da Quik Cia de Dança

A Usina de Arte João Donato receberá nesta terça-feira, 28, a oficina Permeabilidades – Estratégias para uma dança criativa, ministrada por Rodrigo Quik e Letícia Carneiro, bailarinos da Quik Cia de Dança.  

Além da oficina, a Quik Cia de Dança traz à cidade de Rio Branco uma programação que inclui também espetáculo, roda de conversa e exposição fotográfica no período de 28 a 31 de março.

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O objetivo da oficina é trabalhar a improvisação como um meio de aproximação do público com o seu sensório e sua percepção, potencializando sua sensibilidade através da exploração do corpo e suas relações com o espaço, com outros corpos e com a música. Neste sentido, esta oficina desenvolverá, por meio de técnicas de consciência corporal e de jogos de improvisação em dança, a possibilidade de sensibilização e da vivência do público com os processos de criação utilizados durante o espetáculo “Ressonâncias”. A atividade é aberta ao público.

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Os trabalhos apresentados, todos gratuitos, fazem parte do projeto Quik: Rumo ao Norte do Brasil, aprovado pelo Edital Klauss Vianna 2015, e consiste em uma circulação do espetáculo da Quik Cia de Dança “Ressonâncias”, pela região norte do Brasil.

Sobre a Quik Companhia de Dança – Fundada em 2000, no bairro Jardim Canadá – Município de Nova Lima(MG), pelos bailarinos Letícia Carneiro e Rodrigo Quik. Ambos com vasta experiência profissional em dança contemporânea no Brasil e no exterior, como integrantes do Grupo Corpo de 1984 a 1996. A Cia completou, em 2017, 17 anos de existência, possuindo no seu repertório nove espetáculos. Nesse processo, construiu uma metodologia de criação artística, na qual sempre valorizou os procedimentos de pesquisas sistematizadas em dança contemporânea e suas interfaces com outras linguagens artísticas. A Quik descobriu, nesta trajetória, que novos olhares para o mundo e diferentes possibilidades de dialogar  com outras linguagens artísticas, trazem potencialidade de criação para seus espetáculos. Há 13 anos, a Quik atua na comunidade do Jardim Canadá, em Nova Lima(MG), por meio de seus projetos sócio-artístico-cultural, contribuindo para o acesso da população aos bens culturais através das atividades promovidas no “Quik Espaço Cultural” e pelas ações produzidas em seu projeto de educação pela arte, o “Quik Cidadania”.

SERVIÇO:

Oficina: dia 28/03/2017

Horário: de 09h às 11h30.

Local: Usina de Arte João Donato (Endereço: Avenida das Acácias, 1.155, bloco B, bairro Distrito Industrial, Rio Branco)

Informações para inscrições no e-mail: camilaprodutora@gmail.com

 

Oficina de pífano na Usina de Arte

Nesta semana, dias 23 e 24 de março, acontecerá na Usina de Arte uma oficina de construção de pífano.

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Com uma forte tradição nas bandas de pife nordestinas, o pífano é um instrumento simples e intuitivo. O instrumento é uma adaptação brasileira, com influência indígena, das flautas populares europeias. Tradicionalmente feito de bambu, como as flautas indígenas, o pife é utilizado em ritmos como forrós, baiões, marchas, frevos e xotes.
a banda de pífanoNesta oficina, os participantes aprenderão a arte da construção de pífanos, desenvolvida e ensinada por mestres de vários cantos do país. Ao final do primeiro encontro, os participantes terão seu próprio instrumento. No segundo encontro, entrarão em contato com um repertório tocado com o pífano.
Para a oficina, não é necessário que o participante leve material ou que saiba tocar.

Para se inscrever, os interessados deverão se apresentar na secretaria da Usina de Arte meia hora antes do início da oficina, preencher o formulário de inscrição e pagar a taxa de participação.

Sobre a oficina

Nº de participantes: 25
Investimento: R$ 20 (valor do pífano que o participante construírá para si)
Local: Usina de Arte João Donato
Data: 23 e 24 de março

Horário: das 14h30 às 17h30

Instrutor: Iago Tojal

Objetivo: instruir os participantes para que construam o seu próprio pífano, além de leva-los a conhecer a técnica de uso do instrumento e a vivenciarem uma prática musical por meio de um mergulho no repertório de que e ritmos brasileiros que usam o pífano.

Informações: (68) 3229-6892

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