Encerramento do III Fórum de Dança do Acre

Hoje acontece o enceramento do III Fórum de Dança do Acre, que  teve início quarta-feira (26) e foi realizado pela Associação de Dança do Acre (Asdac).

forum de dança

A programação do evento trouxe uma série de atividades, entre oficina, apresentações de dança e teatro, mesas redondas, fóruns, grupos de trabalho.

De acordo com os organizadores, o Fórum, que teve sua primeira edição em 2015 e a segunda em 2016, tem como principal objetivo atrair mais a atenção da sociedade local para a arte da dança, bem como incentivar parcerias e apoios e promover o intercâmbio entre grupos de periferia, escolas de dança e companhias.

O ápice de apresentações e de público aconteceu sábado, 29, com o primeiro dia da II Ato Mostra de Dança, que foi organizada especialmente para comemorar ao Dia Internacional da Dança, que é justamente o dia 29 de abril. O II Ato Mostra de Dança trouxe ao palco do teatro do Usina de Arte inúmeros grupos, dentre os quais: Grupo Zuriel, Ceja Forrozeiro, Oásis Cia. de Dança, Lambada e Cia., Grupo Triplo X e outros.

Hoje, domingo, ocorre o segundo dia do II Ato Mostra de Dança, das 19h às 21h30 também na Usina de Arte, dessa vez com a participação do Balé Infantil da Escola Adorai e do Ballet do Sesc. A programação ainda traz o espetáculo Sansão e Dalila, da Escola Adorai, às 19h30.

Anúncios

Inscritos para a Oficina de Dança Negra Contemporânea

Em virtude de problemas técnicos no recebimento dos formulários enviados pelos inscritos na Oficina de Dança Negra Contemporâneo com a Cia Treme Terra, convocamos os inscritos para que se apresentem na Usina de Arte no dia 16 de abril, domingo, às 15h, para participar da oficina.

Atenciosamente,

Usina de Arte João Donato

Cia Treme Terra apresenta o espetáculo Terreiro Urbano na Usina de Arte

A Cia Treme Terra surgiu em 2006 com o intuito de pesquisar e promover a Arte Negra na cidade de São Paulo. Em 2015, a Cia foi contemplada pelo edital Funarte Klauss Vianna, possibilitando que neste ano de 2017 circule com o espetáculo Terreiro Urbano e oficinas pela região norte, passando pelos estados do Acre e Pará. A circulação irá contemplar 10 cidades, cinco em cada um dos estados.

17798960_1370115196356905_858340925239300049_n

Terreiro Urbano é uma criação coletiva da Cia, inspirado na mitologia dos orixás, composto por coreografias e músicas que dialogam com este universo e formam fotografias da diáspora africana e suas influências sobre as outras culturas existentes na grande metrópole. A ideia não é representar o terreiro tradicional no palco da forma como ele é feito em seus rituais sacros, mas sim criar uma releitura contemporânea desta manifestação, um caleidoscópio da cultura afro-brasileira a partir da mitologia dos orixás, seus cantos e movimentações.

O espetáculo tem a direção de João Nascimento, músico pesquisador da cultura afro-brasileira, e coreografia de Firmino Pitanga. Reúne no palco os 17 músicos e bailarinas do Treme Terra, o Quinteto Abanã, grupo que mescla músicas populares brasileiras de matriz africana, com canto lírico e erudito e o Z’África Brasil, grupo que contribui com a presença do hip-hop como elemento de manifestação urbana. Completam a ficha técnica Júlio Dojcsar, responsável pelos materiais cênicos e Vana Marcondes e Lígia Nicácio, que desenharam os figurinos.

João Nascimento classifica o espetáculo como “contemporâneo de composição efêmera, subjetiva e poética, que investiga as manifestações populares dos terreiros, suas movimentações, sonoridades, hábitos, preceitos e fundamentos intrínsecos que fazem parte desta cultura ancestral.”

487465382

Fonte: Google

A Cia Treme Terra trabalha na valorização e difusão da cultura afro-brasileira por meio de oficinas de formação artística voltadas para jovens. Em sua sede, hoje localizada no Rio Pequeno, bairro da periferia de São Paulo, são oferecidas oficinas gratuitas para a comunidade local e a partir destas atividades é formada uma companhia de dança e música que cria um espaço de vivência e produção artística propiciando um ambiente democrático de troca e integração sociocultural.

A Cia realizará na Usina de Arte uma oficina de dança negra contemporânea, que acontecerá no domingo, dia 16, às 15h.

https://docs.google.com/forms/d/1Tmm3B9sTeCK8OVAacaSMGWJndcIAw82VB3N4yM9eb_w/edit

Serão disponibilizadas 15 vagas

Serviço:

Espetáculo Terreiro Urbano

Local: Usina de Arte (Endereço (Av. da Acácias, 1.155, Bloco B, bairro Distrito Industrial, Rio Branco)

Data: dias 15 e 16 de abril de 2017

Horário: 19 horas

Classificação etária: livre

ENTRADA GRATUITA

Oficina de dança negra contemporânea

Local: Usina de Arte

Data: dia 16 de abril de 2017

Horário: 15 horas

 

Figurinos em debate: reflexões sobre a criação, concepção e produção de figurinos nos grupos de teatro do Acre

Nesta quarta-feira, 29, A Usina de Arte, por meio do Núcleo de Artes Cênicas, realiza um encontro sobre figurinos. A atividade foi idealizada e organizada pela atriz e professora de teatro Claudia Toledo, que ministrará o curso de Formação Inicial e Continuada Figurinista na Usina, ofertado pelo governo do Acre por meio do Instituto Dom Moacyr e Fundação Elias Mansour.

A ideia é promover um debate sobre os processos de criação e produção dos figurinos dos grupos de teatro de Rio Branco e instigar uma reflexão sobre as dificuldades enfrentadas diante da falta de profissionais com formação nessa área.

IMG-20170329-WA0001

O trabalho do figurinista é interpretar a proposta do roteiro, seja de uma peça de teatro, de um filme, show etc e, partir dela, pesquisar, idealizar e criar, ou mesmo recriar, peças (roupas, adereços e acessórios) que irão caracterizar os personagens para que haja harmonia de sentido e significação com o todo da obra.

A profissão de figurinista no Brasil ainda não tem o reconhecimento que merece, muitos que atuam são autodidatas e aprendem, na prática, as habilidades da profissão, visto que há poucos cursos voltados para a formação específica desses profissionais. Em Rio Branco, raramente acontecem ações de formação nessa área. No Acre, essa carência é enorme, por isso, a oferta do curso FIC Figurinista na Usina de Arte representa uma rara oportunidade de capacitação e atualização profissional na área de figurino.

A atividade é destinada aos alunos do curso Figurinista, a estudantes de Artes Cênicas, profissionais do teatro, cinema, dança, manifestações populares e demais interessados no tema.

O debate terá início às 18h30, no teatro da Usina. O evento traz ainda uma exposição de figurinos de personagens icônicos de espetáculos conhecidos do público acreano.

Claudia Toledo ressalta que “o evento é uma oportunidade para os alunos do curso conhecerem sobre os processos de concepção e criação dos figurinos e sobre o trabalho dos grupos teatrais da cidade.”

Figurinos em Debate terá a participação dos grupos: Cia Visse e Versa, Cia Garatuja, GPT, Aguadeiro, Cia Expressão e Macaco Prego da Macaca. 

Usina de Arte recebe oficina da Quik Cia de Dança

A Usina de Arte João Donato receberá nesta terça-feira, 28, a oficina Permeabilidades – Estratégias para uma dança criativa, ministrada por Rodrigo Quik e Letícia Carneiro, bailarinos da Quik Cia de Dança.  

Além da oficina, a Quik Cia de Dança traz à cidade de Rio Branco uma programação que inclui também espetáculo, roda de conversa e exposição fotográfica no período de 28 a 31 de março.

Filipeta_Ressonâncias_Acre

O objetivo da oficina é trabalhar a improvisação como um meio de aproximação do público com o seu sensório e sua percepção, potencializando sua sensibilidade através da exploração do corpo e suas relações com o espaço, com outros corpos e com a música. Neste sentido, esta oficina desenvolverá, por meio de técnicas de consciência corporal e de jogos de improvisação em dança, a possibilidade de sensibilização e da vivência do público com os processos de criação utilizados durante o espetáculo “Ressonâncias”. A atividade é aberta ao público.

8

Os trabalhos apresentados, todos gratuitos, fazem parte do projeto Quik: Rumo ao Norte do Brasil, aprovado pelo Edital Klauss Vianna 2015, e consiste em uma circulação do espetáculo da Quik Cia de Dança “Ressonâncias”, pela região norte do Brasil.

Sobre a Quik Companhia de Dança – Fundada em 2000, no bairro Jardim Canadá – Município de Nova Lima(MG), pelos bailarinos Letícia Carneiro e Rodrigo Quik. Ambos com vasta experiência profissional em dança contemporânea no Brasil e no exterior, como integrantes do Grupo Corpo de 1984 a 1996. A Cia completou, em 2017, 17 anos de existência, possuindo no seu repertório nove espetáculos. Nesse processo, construiu uma metodologia de criação artística, na qual sempre valorizou os procedimentos de pesquisas sistematizadas em dança contemporânea e suas interfaces com outras linguagens artísticas. A Quik descobriu, nesta trajetória, que novos olhares para o mundo e diferentes possibilidades de dialogar  com outras linguagens artísticas, trazem potencialidade de criação para seus espetáculos. Há 13 anos, a Quik atua na comunidade do Jardim Canadá, em Nova Lima(MG), por meio de seus projetos sócio-artístico-cultural, contribuindo para o acesso da população aos bens culturais através das atividades promovidas no “Quik Espaço Cultural” e pelas ações produzidas em seu projeto de educação pela arte, o “Quik Cidadania”.

SERVIÇO:

Oficina: dia 28/03/2017

Horário: de 09h às 11h30.

Local: Usina de Arte João Donato (Endereço: Avenida das Acácias, 1.155, bloco B, bairro Distrito Industrial, Rio Branco)

Informações para inscrições no e-mail: camilaprodutora@gmail.com

 

ESPETÁCULO AS CANÇÕES QUE VOCÊ DANÇOU PRA MIM NA USINA DE ARTE JOÃO DONATO

A Focus Cia de Dança, ao som de Roberto Carlos, encerra a circulação patrocinada pelos Correios na cidade de Rio Branco no Acre

A Focus Cia de Dança obtém grande sucesso de crítica e público com o seu espetáculo “As canções que você dançou pra mim”, dirigido e coreografado por Alex Neoral.

cena do espetáculo

Quatro casais são embalados por um grande “pot-pourri” com 72 canções interpretadas pelo grande cantor e compositor Roberto Carlos. Músicas que marcaram épocas e que já se tornaram clássicos da MPB aparecem agora como mote principal para mais uma produção da Focus.

O trabalho revisita seus grandes sucessos como: Detalhes, Outra vez, Desabafo, Cama e mesa, O calhambeque, entre outros eternos clássicos, que compõem essa trilha que passa pelas décadas de 60 a 90, onde Roberto pôde alcançar várias gerações com canções que misturam e exaltam sentimentos, falam de amor e relações, exageram na musicalidade e abusam do bom humor.

As canções que você dançou pra mim foi eleito pelo Jornal O Globo como um dos 10 melhores espetáculos de 2011 e em 2012 pelo Guia da Folha de São Paulo, sendo um dos 3 melhores pela originalidade e simplicidade na opinião do júri especialista.

Além das apresentações, a Cia também realizará na Usina de Arte, dia 14 de novembro (sábado), das 14 às 17 horas, uma oficina gratuita de Dança Contemporânea. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas até o dia 07/11 com o envio do currículo para o e-mail focusciadedanca@gmail.com. O público alvo são bailarinos profissionais. Os selecionados serão comunicados via email no dia 10/11.

Serviços:

ESPETÁCULO

As canções que você dançou pra mim, da Focus Cia de Dança
Quando? dias 13, 14 e 15 de novembro de 2015
Horário? 6ª e sábado às 20h
domingo às 19h
Onde? Usina de Arte João Donato, Avenida das Acácias, nº 1.155, Bloco B – Bairro Distrito Industrial

Ingressos à venda no local – 1 hora antes do espetáculo
Ingressos:
20,00 (inteira) | 10,00 (meia) | 5,00 (classe artística devidamente identificada)

Informações: (68) 3229-6892

OFICINA

Dança Contemporânea
Quando? dia 14 de novembro de 2015

Horário? de 14h às 17h

Onde? Usina de Arte João Donato
Patrocínio: Correios
Patrocinadora da Cia: Petrobras
Produção: Neoral Garcias Produções Artísticas

Atenção!

Inscrição até 07/11 através do email: focusciadedanca@gmail.com

V Mostra SESC Amazônia das Artes 2015 – na Usina de Arte

Foto: fonte internet

Foto: fonte internet

O grupo piauiense começou a relacionar a força da gravidade com movimentos do corpo em 2013. Por meio da linguagem em dança contemporânea, fez da sala de dança um laboratório com rigor científico e artístico para, através da investigação, criar uma obra-experimento.

Assim, surgiu o Grave-Grog, um espetáculo que põe em evidência a gravidade e outras discussões a respeito do lugar do corpo. Utilizando de variadas sensações e estímulos, do sensorial ao perceptível, o corpo é o objeto de estudo em cena.

A apresentação será no dia 12 de maio, às 20h, no Teatro da Usina de Arte, com entrada franca. A classificação indicativa para o espetáculo é de 14 anos.

Serviço:

O quê: espetáculo “Grave-Grog”, da Cia Balé da Cidade de Teresina (Piauí)

Quando: 12/05/2015, às 20h

Local: Usina de Arte João Donato (Avenida das Acácias, 1.155, bloco B, Distrito Industrial, Rio Branco-AC)

Ingressos: entrada franca

Classificação etária: 14 anos

Duração: 40 minutos

Ficha técnica:

Realização: Balé da cidade de Teresina | Texto e direção: Samuel Alvis |  Atuação: José Nascimento, Hellen Mesquita, Adriano Abreu, Vanessa Nunes, Jeciane Sousa | Músicas: Samuel Alvis | Figurino e cenografia: Adriano Abreu | Iluminação: Francisca Silva | Operação de luz: Carla Fonseca | Operação de sonoplastia: Samuel Alvis | Confecção de figurino: Adriano Abreu | Fotos: Tito | Designer gráfico: Martins Filho | Treinamento: Carla Fonseca e Samuel Alvis | Consultoria artística: Francisca Silva e Carla Fonseca.

Sobre a CIA. BALÉ DA CIDADE DE TERESINA

Fundado em 1993, o Balé da Cidade de Teresina é uma companhia de dança contemporânea que foi formada a partir de oficinas de dança realizadas no então “Centro Integrado de Arte do Bairro Matadouro” – Teatro do Boi. Desde o começo, a Cia foi mantida pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves.

A primeira montagem do grupo foi “Crispim, a Lenda”, coreografia em gênero contemporâneo, assinada pelo então diretor e coreógrafo Sidh Ribeiro, foi inspirada na mais popular lenda do folclore teresinense, “O Cabeça de Cuia”. Este trabalho marcou a estreia oficial do Balé da Cidade de Teresina, no teatro do Boi, em 30 de junho de 1993.

Em 1995, apresenta um “Divertissement” com coreografias de temáticas variadas que iam da utilização do clássico “Bolero de Ravel” ao chorinho “Malandragem”. Começa aqui uma das principais características do grupo, que é estar sempre abrindo espaço para coreógrafos diferentes, trabalhando com profissionais convidados como Cláudia Andrade (CE), Kato Ribeiro (Brasil/França), Marcelo Evelyn (Brasil/Holanda), Malrgozata Haduch (Holanda), Marcelo Pereira (Brasil/Suíça), dentre outros.

A projeção nacional começa em 1996, com a participação no IV Passo de Arte Festival Nacional de Dança do Grande ABC, em São Bernardo do Campo – SP, onde o grupo alcançou quatro prêmios, dentre eles o de melhor coreografia e de conjunto adulto de dança contemporânea para “Fuga”.

Em 1999, o balé participa, com quatro trabalhos, do “V Festival Internacional de Mar Del Plata”, na Argentina, onde é agraciado com sete prêmios, incluindo um menção honrosa pela coreografia “Vida”, criada por Sidh Ribeiro.

Em 2000, a Cia inicia uma turnê pelo Nordeste passando por Fortaleza e Recife e depois participando do VIII Passo de Arte Festival Nacional de Dança (SP) e do Festival de Joinville (SC). Naquele ano, o grupo é aclamado pelo júri do festival como “Melhor Grupo do Festival Internacional de Dança de Joinville”, pelo conjunto de sua obra.

Em 2006, o trabalho coreográfico “Nar Brenha” de José Nascimento foi realizado e continua sendo grande destaque. Logo em seguida, a Cia contratou Marcelo Pereira, pernambucano radicado na Suíça, que montou “Folha D’Agua”, balé que estreia a temporada 2007 da Cia.

Em 2011, começam os ensaios de “Enamorados”, espetáculo encomendado a Ricardo Scheir, coreógrafo paulista, com trilha sonora originalmente composta por Fabio Cardia – SP, que teve sua estreia em agosto de 2012, e o espetáculo “Carmem, O ciúme” de Nazilene Barbosa.

Em 2014, sob a direção da bailarina Carla Fonseca, estamos completando 21 anos, realizando projetos como a estreia de “Grave-grog”, trabalho coreográfico de Samuel Alvis, durante a comemoração dos 20 anos da Casa da Cultura de Teresina e o Projeto 6ª às 6, que durante duas vezes por mês abre as portas da Casa da Cultura para o público.

Entradas Mais Antigas Anteriores