Inscrições abertas para cursos livres

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Para o bem de todos e felicidade geral da nação, o Governo do Acre, por meio da Fundação Elias Mansour, anuncia, nesta quarta-feira, 18, a abertura das inscrições para novos cursos nas áreas de Artes Visuais, Música e Teatro, na Usina de Arte João Donato, todos com carga horária de 75 horas. São mais de 150 vagas, distribuídas entre seis cursos, destinadas a interessados que tenham, no mínimo, 15 anos. Para realizar a inscrição, basta preencher o formulário disponível no link abaixo do respectivo curso:

Curso de música – Ritmo e Tempo: 20 vagas
https://docs.google.com/forms/d/1brn1Y1zPS4jkKztTQIkOQgz71l5jr8xlMTQJyqkMk5k

Curso de Aquarela: 25 vagas
https://docs.google.com/forms/d/1aigZvhxjz8rKdfQRn4o3U419gEwi4jDOflWnzkhQG30

Curso de Iniciação Teatral – Manhã: 25 vagas
https://docs.google.com/forms/d/1GsiB8dWCX5XqdqtMSmsYxkew8hxSYZv5BCC2aRc5DHk

Curso de Iniciação Teatral – Tarde: 25 vagas
https://docs.google.com/forms/d/1l5KcLNAtxq0CpvbXOvFkfAFdjyHM_cEn1gVKHpgHvB8

Curso Escuta do Corpo – Expressividade e Movimento: 20 vagas
https://docs.google.com/forms/d/1APHvriFdVmglDjyLkRSUObmqiGNVxcnjkLwKpDw_b2I

Curso de Leitura Dramatizada: 25 vagas
https://docs.google.com/forms/d/1RytrPt-rTSZfrA9MgV0r0L8At9_ocks-baNEyPUV4ew/

Quem preferir, pode se dirigir até a Usina de Arte e fazer sua inscrição na secretaria da instituição. Corre que o prazo de inscrição encerra dia 23 de setembro!

Mais informações: 3229-6892/usina.oficinas@gmail.com

Curta Usina 13: Treva das Artes

Treva das Artes: curta faz parte da série Curta Usina 13, em comemoração aos treze anos da Usina de Arte

 

A Usina de Arte está comemorando treze anos em 2019. Entre as muitas histórias que perfazem o imaginário de seus visitantes desde sua fundação, algumas se misturam a causos estranhos à nossa realidade. Ou você nunca ouviu falar da menina fantasma que passeia por entre os corredores e arquibancadas do teatro?

Hoje, especialmente, estamos no findar de uma sexta-feira 13, o que não poderia ser mais propício para a apresentação do curta  Treva das Artes, parte da série comemorativa Curta Usina 13, com produção dos artistas e funcionários da casa.

 

O choro vive. E é brasileiro! Pixinguinha e seu chorinho Carinhoso também!

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fotografia: Hannah Lydia

O choro pode vir da dor no físico ou no espírito; pelo que se conquistou ou da saudade de um amigo. Às vezes vem sem avisar, mas tem muita gente que costuma prender as lágrimas porque se envergonha de chorar. Mas o choro brasileiro é livre. E vive.

Entre bandolins, pandeiros, violões e acordeon, o chorinho nasceu no Rio de Janeiro e é um estilo de música considerado originalmente brasileiro, que carrega influências da música clássica, do jazz e dos batuques dos terreiros africanos que existiam nas terras cariocas no século XIX.

No século XX, em estilo bem brasileiro, deu-se o belo encontro cinematográfico do choro com as telas, Em 1929, com a estreia de Acabaram-se os otários, filme que inaugura a era do cinema falado no país. Uma das principais faixas da trilha sonora foi Carinhoso,  chorinho de Pixinguinha. De lá para cá, o romance entre cinema e choro  – e não só musicalmente falando, nunca mais teve fim… o chorinho nas telas vive! 

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fotografia: Hannah Lydia

No fim do mês de julho deste ano, a Usina de Arte foi escolhida como cenário para o registro de parte de um documentário sobre choro, que está sendo produzido pela TV Cultura e gravado em todos os estados brasileiros (e em alguns lugares do mundo). No Acre, a representação ficou por conta do grupo Som da Madeira, que recentemente completou  18 anos de atividade artística.

Atingida a maioridade, agora o trio – formado pelos músicos Antônio Carlos, James Fernandes e Nilton Castro, seguindo no embalo das gravações do documentário e convida o público acreano para prestigiar as apresentações do projeto Chorinho no Cinema que, a partir de quinta-feira, dia 05/09, passou a levar a música para dentro do Cine Teatro Recreio. A próxima apresentação será amanhã, dia 12.

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fotografia: Hannah Lydia

Como diz Antônio Carlos, “estamos falando de uma manifestação cultural brasileira que leva o poder da nossa música por todo o mundo. O projeto vai agregar muita música de qualidade e cultura em cada uma das suas edições”. Segundo o músico, o projeto vai contar com a participação de um convidado especial a cada apresentação.

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fotografia: Hannah Lydia

Os encontros têm entrada gratuita e o público pode degustar uma boa cerveja acompanhada de petiscos servidos no bar. E entre um papo e outro, uma música e outra, pode se divertir e aprender de forma lúdica sobre o cinema brasileiro com os jogos de tabuleiro dispostos nas mesas do Cine Recreio.

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fotografia: Hannah Lydia

O convite está lançado. Venha ao choro com a gente! Mas que seja só chorinho. Porque grande mesmo será a alegria em recebê-los…

Usina de Arte apresenta o espetáculo Embiricica

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Ser gente é poder ser muito. É poder ser até natureza. Mas Alberto Caeiro vem com sua verdade poética nos desiludir:

“Mas as flores, se sentissem, não eram flores,
Eram gente;
E se as pedras tivessem alma, eram coisas vivas, não eram pedras;
E se os rios tivessem êxtases ao lua,
Os rios seriam homens doentes.”

Mas e os peixes… ah! Os peixes! Estes sentem, veem, têm lá seus êxtases… E mais! São alimento para outros corpos. E quiçá para outras almas, tal como a arte!

Sim. Cremos: a arte alimenta a alma da gente. De gente! Porque transcende o físico. Porque alcança além. E tudo se faz mais belo quando se conecta gente, natureza e arte.

Transcendência da alma!

Foi esse pensamento que deu forma à proposta de Embiricica, experimento cênico resultado de um projeto integrado que une o teatro, a música e as artes visuais. O processo se construiu a partir da ideia de levar os alunos das turmas dos cursos de formação inicial da Usina de Arte (FEM) a entrarem em contato com a natureza e seus elementos – o fogo, o ar, a água e a terra.

Percebendo a necessidade de realizar um trabalho mais sensorial, buscamos aproximar os alunos das raízes e memórias culturais de seus pais e avós, que foram crianças num tempo em que as brincadeiras aconteciam nos quintais, nos rios, nas ruas, nas árvores – o que bem pouco hoje acontece, mesmo nestas terras amazônicas, pois, aos poucos, fomos nos distanciando da natureza, presos entre prédios, cercas e medos.

Para chegar a esta conexão, foi preciso esquecer o espaço convencional do teatro e suas paredes, optando-se por um cenário natural, o pequeno lago rodeado de árvores, existente no terreno da Usina. O uso desse espaço aberto também proporcionou a aproximação de funcionários, que diariamente puderam vivenciar, como público, o processo de montagem desde o princípio.

A construção das cenas se deu a partir de estímulos e respostas dadas pelos próprios alunos, que durante todo o processo de criação foram sinalizando possibilidades, como a imagem corporal da gameleira, árvore símbolo da cidade de Rio Branco, e a leveza do balé das bacias de alumínio, que remete às lavadeiras de roupa descendo barrancos e se debruçando sobre trapiches no rio.

As turmas tiveram aulas separadamente e só na segunda etapa de estudos é que houve a integração, momento em que se deu o início da montagem. A turma de Iniciação Teatral dedicou-se à dramaturgia corporal e ao imaginário, tendo como base a pesquisa sobre a cultura acreana e as narrativas de cordel da turma de Cordel e Xilogravura, que também fez a concepção estética do figurino e do cenário. A paisagem sonora é dos alunos da turma de música, que usando os instrumentos musicais percussivos produzidos com materiais reutilizáveis, criaram ritmos e sonoridades marcantes.

Pescados todos peixes, montamos nossa Embiricica, enfileirando em um só cordão corporalidades, visualidades e musicalidades, conectando gente, natureza e arte. E você pode conferir o resultado  hoje, 03/09, às 19 horas, na Usina de Arte. Além do espetáculo, vai rolar venda de cachorro quente e refrigerante. Chega aí!

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FICHA TÉCNICA

Direção artística e produção: Bell Paixão
Professora, assistente de direção e preparação corporal: Amanda Graciele
Direção musical e preparação vocal: Daniel Albuquerque
Concepção de Arte e Cenário: Rosilene Nobre
Pesquisa de narrativas: Cícero Franca
Figurino: Denise Arruda
Sonoridades percussivas: Deivid de Menezes
Iluminação: Magrão
Fotografia: Hannah Lydia
Divulgação e mídia: Assessoria de Comunicação da FEM

Elenco: Aldemir Oliveira (Chocolate); Aline Macário; Amanda Graciele; Ana Beatriz Craveiro; Ana Saady; Anna Carolina Nunes; Cauã Gadelha; Dandara Viana; Deusa Maria; Fagner Alfredo; Felipe Anderson; Igor Barbosa; Jandson Salvatore; Jasmin Viana; Larissa Lima; Natália França; Ronaldo Silva; Samuel França; Sebastiana Queiroz; Tarcísio Barbosa; Weslley Nascimento.

Participações especiais: Anderson Poblen, Joab Delfino

Músicos: Alonita Silva; Brendah Freitas; Daniel Albuquerque; Deivid de Menezes; Demilson Maia; Jerri Costa; Joel Nascimento; Jonathan Queiroz; Jose Roberto Junior; Mariana Ravena; Matheus Marinho.

Arte das xilogravuras: Cláudio Diógenes, Jonathan Magalhães, Maria da Liberdade, Maria Fernanda, Sângelo Mota, Vanessa Sousa, Victor Lima.

Lista de selecionados para a turma da oficina de videoclipe

A Fundação Elias Mansour divulga lista de inscritos selecionados para compor a turma de Produção de Vídeo com ênfase no videoclipe, a ser realizada na Usina de Arte e ministrada por Madison Oliveira.

Informamos que o candidato selecionado que não comparecer no primeiro dia de aula (06/04/2019) e não apresentar no prazo de 48 horas justificativa legal para a ausência, será automaticamente excluído da turma, sendo convocado para a vaga um candidato da lista de espera, respeitando a ordem de classificação.

CANDIDATOS SELECIONADOS

  1. Mariana Ravena
  2. Ycla Hemmily
  3. Jefferson Xavier
  4. Lucas Thadeu
  5. Gabriel Alves
  6. Douglas Dantas
  7. Morgana Carvalho
  8. Érica da Rocha
  9. Davi da Silva
  10. André Lucas Santos
  11. Gleissy Kelly
  12. Cinthia Oliveira
  13. Matheus Gomes
  14. Lennon Kauã
  15. Ramon Nascimento

LISTA DE ESPERA

  1. Tatiana da Silva Barbosa
  2. Alesson Amorin
  3. Rafael Florêncio
  4. Ana Kellen de Souza
  5.  Andressa Mendes
  6. Laila Pinheiro

Inscrições abertas para oficina de videoclipe

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A Usina de Arte, enquanto uma instituição difusora da cultura e antenada na relação dos jovens com a arte e com as mídias modernas, abre 15 vagas para oficina de produção de vídeo com ênfase na produção de videoclipe. A oficina será ministrada por Madison Oliveira.

As inscrições vão de 26/03 a 01/04/2019 e podem ser realizadas on line pelo blog usinadeolhares ou na secretaria da instituição. As aulas terão início dia 06 de abril e acontecerão no cineclube da Usina de Arte, aos sábados, totalizando carga horária de 40 horas.

O objetivo da oficina é fornecer um panorama sobre a linguagem audiovisual e as várias possibilidades da produção independente, buscando trabalhar conceitos técnicos e ferramentas tecnológicas necessárias à produção de um vídeo, desde a captura e mixagem de áudio à gravação e edição das imagens, finalizando com uma atividade prática de produção de um videoclipe.

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Então corra e aproveite o presente de boas vindas da Usina de Arte ao seu público neste ano. Faça sua inscrição por meio do link https://docs.google.com/forms/d/1GCd3Sp83iQwaJZYSVHcGZHL93yOPJUbcGELilFteF7M/edit. A seleção dos inscritos será feita por meio da análise do resumo do currículo e da carta de intenção apresentados na ficha de inscrição. A lista com os inscritos selecionados para a turma será divulgada no blog no dia 05/04.

SERVIÇO
Curso de produção de vídeo com ênfase no videoclipe
Local: Usina de Arte/cineclube
Horário: 14h às 18h
Dia: sábado
Início: 06 de abril
Carga horária: 40 horas
Vagas: 15 vagas
Seleção: análise de currículo e da carta de intenção

Workshop de Composição Musical na Usina de Arte com Rodolfo Minari

A Usina de Arte receberá amanhã, 25, um workshop de composição musical ministrado por Rodolfo Minari, músico, compositor, cantor, educador, que tem se destacado na cena artística local com trabalhos, criações e ações educativas ligadas principalmente à música.

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Neste workshop, o artista compartilha fundamentos teóricos e práticos da composição musical popular, abordando e praticando: escolha e desenvolvimento de tema, métrica, rima, escrita criativa, estrutura musical, harmonização, ritmo, prosódia, pastiche, entre outros, por meio de técnicas divertidas e acessíveis, de resultados imediatos.

O workshop vem sendo ministrado e aprimorado desde 2014. Alguns locais por onde este trabalho já passou:

  • ISE – Instituto Socioeducativo do Acre – Brasileia (2018)
  • Cidade do Povo – Ministério Público (2018)
  • Universidad de Pando – Cobija, Bolívia (2017)
  • Coletivo Decor – Rio Branco/AC (2017)
  • Casarão do Belvedere – São Paulo/SP (2016)
  • MPE/AC – Servidores do Ministério Público Estadual (2015)
  • 50º FEMUP – Paranavaí/PR (2015)
  • Oficinas Silvio Russo – Mirandópolis e Ilha Solteira/SP (2014)

Sobre Rodolfo Minari

Rodolfo é músico, cantor, compositor, escritor, educador. Lançou os CDs independentes Assovio (2013), cujo show circulou por mais de 10 estados do Brasil e outros 4 países; Terreiro (2016), premiado em diversos festivais da canção no Brasil e exterior; o infantil Céu de Brincadeira (2017) e o mais novo trabalho Flor do Astral (2018), que será lançado mundialmente dia 26/10.

Representou o Acre em dezenas de festivais e concursos, tendo recebido, entre outros prêmios:

  • 1º lugar no XVI Concurso Internacional de Poesia Fritz Teixeira de Salles (2018)
  • 1º lugar no I Festival da Canção de Porto Ferreira/SP (2018)
  • 1º lugar no III Festival da Canção de Mogi das Cruzes/SP (2016)
  • 1º lugar no II Concurso Iberoamericano de Composición de Canción Popular IBERMUSICAS (2015)
  • 1º lugar no 18º Festival Edésio Santos da Canção de Juazeiro/BA (2015)
  • Troféu Barriguda no 50º Festival de Música e Poesia de Paranavaí/PR (2015)

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