FEM e IEPTEC abrem inscrições para curso na área da música na Usina de Arte

O governo do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour e do Instituto de Educação Profissional e Tecnológica do Acre, abre inscrições para o Curso Vivências Sonoras e Rítmicas: produção de instrumentos percussivos de papelão na Usina de Arte João Donato.

O objetivo do curso é a produção de instrumentos percussivos com a técnica do papelamento, reutilizando materiais alternativos como: papelões, madeira, tecidos e plástico, além do estudo de ritmos a partir do contexto musical da cultura popular local e regional.

O curso traz uma proposta pedagógica integrada, interagindo com a linguagem das artes plásticas, pois os instrumentos terão sua concepção estética feita pelos alunos do curso de Artes Integradas, com o uso das xilogravuras por eles criadas.

O trabalho final do curso será a criação da paisagem sonora de um projeto integrado, que consistirá na montagem de um espetáculo cênico construído coletivamente com outras linguagens artísticas.  

Este curso, portanto, possibilita um diálogo entre diversas linguagens artísticas, e mais! Possibilita unir valores significativos para a construção da cidadania ao associar arte, meio ambiente e educação.

Pode se inscrever qualquer pessoa com idade a partir de 15 anos, que tenha o ensino fundamental completo e que deseje desenvolver ou aperfeiçoar habilidades relacionadas à música.

Link para inscrição

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfJlQYS0S07mnBrdDVmPqIkwW8g77rFa7fcXLytrOZkMnhtww/viewform?vc=0&c=0&w=1

A seleção dos inscritos será feita por meio da análise da carta de intenção e do currículo, informações que devem constar na ficha de inscrição. A lista dos candidatos selecionados será divulgada neste blog no dia 29/06/2019. 

A carga horária é de 60 horas e as aulas acontecerão pela manhã, das 8h30 às 11h30, com dois encontros semanais, às segundas e quartas-feiras.

As aulas iniciam dia 1° de julho, na Usina de Arte.

FEM e IEPTEC abrem inscrições para curso de artes integradas na Usina de Arte

Você, acreano, já pensou como seria bom passear pelo mundo encantado e encantador das narrativas de cordel e das surpresas literárias dos repentes, ilustrado por xilogravuras e embalado por ritmos percussivos dançantes? Poder fazer uma viagem pelas nossas raízes culturais legadas do Nordeste?! Pois então é chegada a hora de embarcar nesta viagem…

O bilhete é gratuito e pode ser garantido por meio do link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdeOW90sKIfXAUqB4D2aVaRBhfASz9xbGmVxiidjWglgLfEnw/viewform?vc=0&c=0&w=1 (ficha de inscrição)

E a viagem terá início no dia 01 de julho de 2019. Mas corra, que são poucos os bilhetes!

Vamos esclarecendo…

O governo do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour e do Instituto de Educação Profissional e Tecnológica do Acre, abre inscrições para um Curso de Artes Integradas na Usina de Arte João Donato.

O curso tem como objetivo desenvolver um projeto artístico integrando as linguagens da literatura, das artes visuais, do teatro e da música a partir do estudo e composição de narrativas de cordel e do repente associados à criação de xilogravuras.

O projeto integrado consistirá na montagem de um espetáculo teatral (trabalho final da turma de Iniciação Teatral já em andamento), que terá a dramaturgia criada com as narrativas de cordel da turma de Artes Integradas. O figurino e o cenário serão concebidos esteticamente com as xilogravuras criadas durante o curso. E a paisagem sonora do espetáculo será construída pelos alunos da turma de música, a qual trabalhará ritmos com instrumentos musicais percussivos produzidos com materiais reutilizáveis, sobretudo o papelão.

Este curso, portanto, possibilita um diálogo entre diversas linguagens artísticas – e mais! Possibilita unir valores significativos para a construção da cidadania ao associar arte, meio ambiente e educação.

Pode se inscrever qualquer pessoa com idade a partir de 15 anos, que tenha o ensino fundamental completo e que deseje desenvolver ou aperfeiçoar habilidades relacionadas à composição de cordel e de repentes, às técnicas de xilogravura e aos ritmos percussivos.

A seleção dos inscritos será feita por meio da análise da carta de intenção e do currículo, informações que devem constar na ficha de inscrição. A lista dos candidatos selecionados será divulgada neste blog no dia 29/06/2019. 

A carga horária é de 60 horas e as aulas acontecerão pela manhã, das 8h30 às 11h30, com dois encontros semanais, às segundas e quartas-feiras.

Corre e garanta seu bilhete, que é só até o dia 27 de junho!

As aulas iniciam dia 1° de julho.

5ª Mostra Audiovisual Usina de Olhares

Por pouco, a história da Mostra Audiovisual Usina de Olhares não se confunde com a da própria Usina de Arte João Donato. Isso porque sua primeira edição aconteceu no ano de 2008, quando a instituição contava com apenas dois anos de existência. De lá pra cá, dez anos se passaram e muita coisa aconteceu.
A Usina de Arte consagrou-se como berço de novos artistas e aconchego dos que por aqui já faziam arte desde o século passado.
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Nesta edição da Mostra, será lançado o curta-metragem “O que era e não é mais”, produção que resultou de um projeto integrado das turmas de Teatro, Produção de Áudio e Vídeo, Artes Visuais e Documentação Musical ofertadas pela manhã na Usina de Arte entre 2017 e 2018 no âmbito do MedioTec, programa mantido pelo governo federal com o apoio do governo do Acre por meio do Instituto Dom Moacyr.
O roteiro do filme foi construído de forma coletiva e colaborativa entre alunos e mediadores e foi baseado no livro de crônicas Suindara, da escritora acreana Leila Jalul. Personagens saídas de várias narrativas se entrelaçam, nos idos de décadas passadas, de um século passado… gentes e paisagens, sentimentos e acontecimentos se misturam e se confundem com a própria identidade da cidade de Rio Branco.    
“O que era não é mais” traz uma Rio Branco antiga no sobrevoo das memórias da personagem Leila, menina, moça, mulher que vive aventuras, rotinas e histórias nas ruas, rios, barrancos, praças e cinemas entre as décadas de 1950 e 1970. Como disse Juarez Nogueira, “histórias que poderiam ser as histórias da gente” revividas em  “memórias rasantes de afeto.”

Usina de Arte apresenta o espetáculo “Eu Água”, montagem coletiva dos alunos do MedioTec

Imagine um rio que sonha. Enquanto segue seu curso, desviando de obstáculos, lapidando montanhas, distribuindo alguns braços pelo caminho e dando, a si mesmo, novos sentidos, esse rio sonha em ser mar. Alguns vão além e sonham oceano, seguindo seu fluxo até algo mais se tornar, assim como nós, seres humanos, que seguimos com a vida até não mais aqui estar.

Foi seguindo nesse fluxo de sonhos e de vidas, de realidades e de imaginação, que nasceu Eu Água, um espetáculo de teatro de múltiplas linguagens que mergulha fundo nos sentidos, na simbologia e na problemática relacionada à água.

Fruto de um trabalho coletivo dos alunos dos cursos técnicos da Usina de Arte, Eu Água tem direção de Cláudia Toledo e dramaturgia escrita pela atriz Ágata Lima, com colaboração dos alunos do curso técnico de Teatro.

O texto foi construído com referência na obra de artistas brasileiros contemporâneos como Marisa Monte, Caetano Veloso, Maria Bethânia e o poeta Manoel de Barros, cujo poema “O menino que carregava água na peneira” deu à dramaturgia maior poeticidade aos diálogos e às imagens criadas.

Eu Água trata de um tema que está sempre em discussão e nunca deixa de ser atual. Falar de água é falar de vida e de sobrevivência. Por isso, o espetáculo, ao mesmo tempo que convida o público a fazer uma imersão poética nas lembranças de um garoto que tem sua história de vida conectada ao processo de transformação de um rio seguindo seu curso, também provoca uma reflexão acerca do desenvolvimento sustentável e do uso consciente das águas.

O espetáculo serve como vitrine para as habilidades artísticas dos alunos da instituição e é o resultado da prática profissional dos cursos técnicos, ofertados pelo Instituto Dom Moacyr no âmbito do Pronatec/Mediotec.

Serviço:

O quê? Espetáculo Eu Água

Quando: dias 15, 16 e 17 de agosto de 2018

Horário: às 16h (quarta, quinta e sexta)

às 19h (sexta)

Onde: Teatro da Usina de Arte João Donato

Entrada gratuita

Classificação livre

Informações: 3229-6892

Última apresentação da criatividade técnica e magia de Yunu Pani

Hoje à noite, dia 30, acontece a última apresentação do espetáculo Yunu Pani – A origem dos legumes, inspirado em um mito indígena do povo Huni Kuin e publicado no livro Una Ïsi Kayawa (2014), de Agostinho Ika Muru e Alexandre Quinet.

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A produção integra as quatro linguagens artísticas abrigadas pela Usina de Arte e é o  resultado da prática profissional dos cursos técnicos ofertados no âmbito do PRONATEC por meio do Instituto Dom Moacyr (IDM) e da Fundação Elias Mansour (FEM).

As cinco apresentações já realizadas receberam como plateia as escolas públicas Raimunda Pará e Heloísa Mourão Marques, alunos do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal do Acre, turmas da Educação para Jovens e Adultos (EJA), funcionários da FEM, do IDM e da Usina de Arte, além do público livre.

Quem já assistiu, pôde se encantar com a magia e ludicidade do teatro de sombras e sua mística aldeia de guerreiros caçadores, com a ilusão ótica na projeção de um roçado de legumes, com a beleza do beija-flor encantado, que deslumbra e ajuda os curumins a subirem aos céus, com os figurinos e com os atores, que ora são gente, ora bichos, ora estrelas.

Do início ao fim, os espectadores são enlevados pela trilha sonora original de músicas entoadas, cantadas e executadas pelos alunos de Composição e Arranjo, que enchem o ambiente de sonoridades capazes de captar os espíritos da floresta.

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Muitos expectadores deixaram seus depoimentos e impressões sobre Yunu Pani – a origem dos legumes. Registramos alguns deles aqui.

Para Daniel Gomes, professor da escola Heloísa Mourão Marques, Yunu Pani é “um espetáculo diferente. Uniu tecnologia com interação direta entre personagens e o público. Como vivemos em um país politicamente fracassado, artistas são mal vistos ou destratados socialmente. Uma apresentação bem característica da nossa região, que desperta não só a curiosidade, mas a descoberta de um mundo novo, o mundo da arte. Arte também é vida. Arte também faz parte da formação humana de uma pessoa. Nossa vida é uma arte. A arte de viver já é um espetáculo.”

Elias Lima, pai de uma aluna do curso de Artes Visuais, e que assistiu a terceira sessão do espetáculo, manifestou sua opinião sobre o que viu e ouviu: “gostei muito, principalmente dos bonequinhos animados da primeira cena. O espetáculo é curto, mas é cheio de criatividade. É um ótimo resultado dos estudos.”

Para Aline Maia, que assistiu Yunu Pani como público livre, “o espetáculo é muito misterioso e poético, com uma trilha sonora linda. Muito bacana a engenhosidade criativa do cenário e a beleza dos figurinos. A gente percebe que teve um grande envolvimento afetivo de toda a equipe, dos alunos e dos professores.”

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Maria, aluna da escola Raimunda Pará, disse que gostou muito da “técnica do cinema com aquela cena das imagens na tela e ao mesmo tempo fora dela, dá uma ilusão de ótica. A gente tem a sensação que os atores realmente entram na projeção ali na nossa frente, como mágica. Muito legal e criativo.”

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Patrícia Kely, que estuda o ensino médio no programa EJA, também falou sobre suas sensações ao assistir Yunu Pani: “pelo que vi e entendi, eles dançam com a alma né, como os índios. Eu acho muito bonito, porque eu já morei na mata e eu sei que isso é uma coisa muito verdadeira. E toda vez que eu venho pra um espetáculo de teatro eu me emociono, eu fico assim encantada, principalmente com esse aí, porque os cantos são muito lindos.”

Espetáculo Yunu Pani – A origem dos legumes na Usina de Arte

Mais antigo que o teatro, são os legumes. O primeiro alimenta a alma; o segundo, o corpo. Os dois, juntos, saciarão a fome dos olhos da plateia de Yunu Pani – A origem dos legumes.

O espetáculo, inspirado em um mito indígena do povo Huni Kuin e publicado no livro Una Ïsi Kayawa (2014), de Agostinho Ika Muru e Alexandre Quinet, será  apresentado na Usina de Arte João Donato nos dias 28, 29 e 30 deste mês.

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A produção integra quatro linguagens artísticas, audiovisual, artes visuais, música e teatro em uma lúdica brincadeira cênica de finalização dos quatro cursos técnicos 2015-2016, ofertados no âmbito do PRONATEC por meio do Instituto Dom Moacyr e da Fundação Elias Mansour.

A concepção e a execução do projeto deram-se de modo integrado entre os professores e alunos das turmas. Foram quatro meses de pesquisas, experimentações cênicas e audiovisuais, ensaios, criação cenográfica e musical.

O espetáculo é itinerante e o espaço cênico ocupa todo o teatro, fazendo com que as cenas ocorram muito próximas ao público, criando assim uma relação direta dos atores e músicos com a plateia e convidando os espectadores-experimentadores a adentrarem na atmosfera poética de Yunu Pani – A origem dos legumes.

Algumas sessões são dedicadas às escolas públicas, onde os alunos dos cursos técnicos fazem o ensino médio. A ideia é que seus colegas, além de prestigiar o espetáculo, possam conhecer e reconhecer as possibilidades de criação artística com adolescentes ainda cursando a educação básica.

Serviço: 

Dias e horários: 28 (às 15h e às 16h30), 29 (às 15h e às 16h30) e 30 (às 16h e às 19h)

Local: Usina de Arte

Entrada: gratuita

Cada sessão receberá um público de apenas 50 espectadores, selecionado por ordem de chegada  

Inscrções para Oficina de Iniciação à Iluminação Cênica

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A Usina de Arte João Donato abre as inscrições para a oficina de Iniciação à Iluminação Cênica, que acontecerá na Usina de Arte no período de 16 de maio a 10 de junho de 2016, no turno da noite, das 18h às 22h, totalizando uma carga horária de 80h. A oficina será ministrada pelos iluminadores Magrão e Luiz Rabicó.

Magrão atua profissionalmente como iluminador cênico há 22 anos. Durante esse tempo, trabalhou na iluminação de shows musicais e em festivais de teatro regionais e nacionais, além de prestar serviços de apoio em diversos teatros do Acre (Teatro Plácido de Castro, Teatro dos Náuas (CZS), Teatro Hélio Melo) e, claro, na Usina de Arte.

Luiz Rabicó atua há 26 anos como iluminador cênico, prestando serviços de qualidade em espaços artísticos públicos e privados, criando e operando luz para teatros, shows e demais eventos culturais.

A oficina é destinada a iniciantes sem experiência com iluminação que tenham interesse  na área. Para se inscrever, basta procurar a Secretaria da Usina de Arte no horário de 8h30 às 12h e de 14h às 18h até o dia 13/05/25 e preencher o formulário de inscrição.

Lembramos que o preenchimento do formulário de inscrição não garante a vaga na oficina. A lista de participantes será definida por ordem de inscrição. Após o preenchimento das 25 vagas, será formado um cadastro reserva com os interessados a partir da inscrição nº 26.

ATENÇÃO: Vagas preenchidas. A partir de agora os interessados na oficina irão compor o cadastro reserva. 

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