4ª MOSTRA USINA DE OLHARES

Depois de agraciar o público com produções audiovisuais em 2008, 2009 e 2011, a Mostra Usina de Olhares chega a sua 4ª edição no dia 2 de julho de 2015 com exibições na Filmoteca da Biblioteca Pública, localizada no centro de Rio Branco. A 4ª Mostra Usina de Olhares traz nove obras, entre documentário, animações e ficção.
CARTAZ IV MOSTRA USINA DE OLHARES 2015A ideia do evento é mostrar ao público produtos de conclusão de cursos de formação inicial e continuada (FIC) e de cursos técnicos ofertados na Usina de Arte João Donato, no âmbito do Pronatec, entre 2013 e 2015. Serão exibidos um média-metragem, De lá pra Cá, e oito curtas-metragens, Crisálidas, Sr. Smith, Um plano para Zion, Simpliciópolis, Raças, O que os ouvidos não ouvem o coração não sente, O Chico Pop e Bito e Outros Contos. (os filmes em 40′ no link https://youtu.be/yq8M_Bpfuyk )
As produções são trabalhos produzidos pelos alunos sob orientação dos mediadores e são resultado de um processo de construção coletiva. Todas tiveram a participação dos alunos desde a escolha do tema e concepção das personagens até a edição final das imagens.

Cena do filme De lá pra cá Cena do filme De lá pra cá

O média-metragem De lá pra cá (2013) tem roteiro inspirado em livros do artista acreano Hélio Melo e é resultado de um projeto artístico que integrou os quatro cursos técnicos da Usina, oferta 2012-2013. O curta Crisálidas registra as intervenções, no centro de Rio Branco, de uma instalação de esculturas realizada por alunos de Artes Visuais da Usina em 2013. Sr. Smith, Um plano para Zion e Simpliciópolis são animações criadas pelos alunos do curso FIC de Roteirista de Animação, oferta 2014. Os filmes tematizam a lida do homem do campo, a existência dos extraterrestres e a rotina simples, tediosa e fatídica da vida humana.

Arte da animação Um plano para Zion Arte da animação Um plano para Zion

Raças, O que os ouvidos não ouvem o coração não sente e Chico Pop são documentários produzidos como atividade de finalização de módulo das turmas do curso de técnico em Produção de Áudio e Vídeo nos meses de abril e maio de 2015. O primeiro é um registro documental sobre os maus tratos e abandono de animais domésticos, sobretudo daqueles classificados com SRD, isto é, sem raça definida; o segundo é resultado de uma pesquisa sobre a Rádio Difusora Acreana, “a voz das selvas”; e o último faz uma abordagem emocionada sobre o ativista e jornalista cultural acreano Chico Pop.

Documentário RaçasDocumentário Raças

Bito e Outros Contos é um curta de ficção produzido como trabalho final do curso técnico em Produção de Áudio e Vídeo com roteiro inspirado em contos da escritora Florentina Esteves. O roteiro do filme possibilita uma viagem ao passado da história do Acre e é todo gravado em chroma key, técnica pouco usada em filmes de ficção aqui em nosso estado, sendo adotada mais por campanhas publicitárias.

Curta de ficção Bito e Outros Contospersonagem do curta Bito e Outros Contos

O evento é uma ação do governo do Acre e governo federal, por meio do Instituto Dom Moacyr e da Fundação Elias Mansour, realizado pelo Núcleo de Produção Digital da Usina de Arte.

Beco do Mijo se apresenta na Usina de Arte João Donato

Beco do Mijo é uma vivência artística que nasceu a partir de processos de criação no Curso de Artes Cênicas da UFAC, quando alguns alunos, cumprindo atividade curricular, escolheram fazer uma releitura do conto Beco do Mijo, da escritora acreana Florentina Esteves.

Cena da vivência “Beco do Mijo” (Foto: Teddy Falcão)

Cena de “Beco do Mijo” (Foto: Teddy Falcão)

O conto de Florentina traz o olhar de uma moradora dos cortiços de Rio Branco, os quais estavam sendo desapropriados para planos de construção das estalagens onde ficariam os Soldados da Borracha, que chegavam em centenas do Ceará, durante a década de 1940.

A vivência Beco do Mijo, como manifestação artística, propõe uma leitura do conto através de uma narrativa física, se dispondo a criar uma atmosfera tanto para o intérprete criador quanto para o público. Uma não hierarquia. Um jogo performático, tendo como referência a dança contemporânea, o minimalismo, as abordagens somáticas, a não representação e as super interpretações, como enriquecimento de repertório para o público intérprete.

Cena da vivência 'Beco do Mijo' (Foto: Bom Dia Amazônia)
Cena da vivência ‘Beco do Mijo’ (Foto: Bom Dia Amazônia)

Durante os ensaios do Beco do Mijo, os atores constroem o espetáculo colaborativamente trazendo referências de estudos e pesquisas pessoais para serem aplicadas em cena.

A proposta da vivência que acontecerá no dia 06 de junho de 2015 é  abrir o processo a todos que tenham o interesse nos elementos do jogo performático que os atores experimentam e que dá forma e organicidade ao trabalho.

Serviço

O quê? Espetáculo Beco do Mijo

Quando? 06/06/2015, às 17h e às 20h

Para quem? comunidade em geral

Onde? Usina de Arte

Aviso: orientamos que os participantes estejam vestidos com roupas confortáveis, pois o processo trabalha com cenas itinerantes. Alertamos que eventualmente as roupas podem ser respingadas com elementos sensoriais como a água, argila e ervas, usados em cena.

Teatro Ânima apresenta o espetáculo ‘A mais forte?’ na Usina de Arte João Donato

Professores da Universidade Federal do Acre (Ufac), Andréa Maria Favilla Lobo e Marcelo da Silva Murilo, reapresentam o espetáculo “A mais forte?”, que estreou em 2012. A reestreia do acontecerá nesta terça-feira, 26 de maio de 2015, às 10h, na Usina de Arte João Donato. A entrada é franca.

A reapresentação faz parte da programação do 1º Encontro de Bolsistas, promovido pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes). Trata-se de uma produção e adaptação do Teatro Ânima Amazônia da peça de August Strindberg, em diálogo com fragmentos do “Livro do Desassossego”, de Fernando Pessoa.

A montagem tem no elenco a atriz e pesquisadora Andréa Favilla, com direção de Brigitte Bentolila e música de André Favilla. Também contou com a colaboração de Antônio Manso (preparação corporal e assistência de direção) e Marcelo Murilo (assistência de direção e manutenção da montagem).

O espetáculo foi financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, por meio da Fundação Garibaldi Brasil, com apoio da Caixa Econômica Federal e da Ufac.

O espetáculo também será apresentado nesta quarta-feira, 27, às 15h, e na quinta-feira, 28, às 19h, na Usina de Arte João Donato.

(Ascom-Ufac)

Espetáculo “Exú – a boca do universo”, do Palco Giratório do Sesc

Cena do espetáculo Exú - a boca do universo. Fonte: Festival do Teatro Brasileiro (site)
Cena do espetáculo Exú – a boca do universo.
Fonte: Festival do Teatro Brasileiro (site)

Neste fim de semana, a Usina de Arte João Donato recebe o espetáculo Exú – a Boca do Universo, do Núcleo Afrobrasileiro de Teatro de Alagoinhas. O espetáculo faz parte da programação do Palco Giratório do SESC.

Sinopse

“Exú – a boca do universo” é um espetáculo de celebração à vida. O espetáculo narra sem compromisso cronológico momentos em que Exu se mostra diferente daquilo que tanto se pregou na cultura ocidental sobre o orixá que rege a comunicação e a liberdade no candomblé. Optando por uma dramaturgia músico-poética, pela encenação em um espaço aberto e por atores que se personificam sobre as diversas concepções do orixá Exu, o humano e o divino se entrelaçam na celebração à condição de estar vivo. Exu em suas várias facetas se mostra no espetáculo como alguém que valoriza o movimento da vida, do falar ao agir, do pensar ao sentir.

Serviço

Duração: 60min

Classificação etária: 18 anos

Companhia: Núcleo Afrobrasileiro de Teatro de Alagoinhas

Data: 23/05/2015 (sábado) | às 20h

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Sujeito à lotação do espaço

Local: Usina de Arte João Donato

V Mostra SESC Amazônia das Artes 2015 – na Usina de Arte

Foto: fonte internet

Foto: fonte internet

O grupo piauiense começou a relacionar a força da gravidade com movimentos do corpo em 2013. Por meio da linguagem em dança contemporânea, fez da sala de dança um laboratório com rigor científico e artístico para, através da investigação, criar uma obra-experimento.

Assim, surgiu o Grave-Grog, um espetáculo que põe em evidência a gravidade e outras discussões a respeito do lugar do corpo. Utilizando de variadas sensações e estímulos, do sensorial ao perceptível, o corpo é o objeto de estudo em cena.

A apresentação será no dia 12 de maio, às 20h, no Teatro da Usina de Arte, com entrada franca. A classificação indicativa para o espetáculo é de 14 anos.

Serviço:

O quê: espetáculo “Grave-Grog”, da Cia Balé da Cidade de Teresina (Piauí)

Quando: 12/05/2015, às 20h

Local: Usina de Arte João Donato (Avenida das Acácias, 1.155, bloco B, Distrito Industrial, Rio Branco-AC)

Ingressos: entrada franca

Classificação etária: 14 anos

Duração: 40 minutos

Ficha técnica:

Realização: Balé da cidade de Teresina | Texto e direção: Samuel Alvis |  Atuação: José Nascimento, Hellen Mesquita, Adriano Abreu, Vanessa Nunes, Jeciane Sousa | Músicas: Samuel Alvis | Figurino e cenografia: Adriano Abreu | Iluminação: Francisca Silva | Operação de luz: Carla Fonseca | Operação de sonoplastia: Samuel Alvis | Confecção de figurino: Adriano Abreu | Fotos: Tito | Designer gráfico: Martins Filho | Treinamento: Carla Fonseca e Samuel Alvis | Consultoria artística: Francisca Silva e Carla Fonseca.

Sobre a CIA. BALÉ DA CIDADE DE TERESINA

Fundado em 1993, o Balé da Cidade de Teresina é uma companhia de dança contemporânea que foi formada a partir de oficinas de dança realizadas no então “Centro Integrado de Arte do Bairro Matadouro” – Teatro do Boi. Desde o começo, a Cia foi mantida pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves.

A primeira montagem do grupo foi “Crispim, a Lenda”, coreografia em gênero contemporâneo, assinada pelo então diretor e coreógrafo Sidh Ribeiro, foi inspirada na mais popular lenda do folclore teresinense, “O Cabeça de Cuia”. Este trabalho marcou a estreia oficial do Balé da Cidade de Teresina, no teatro do Boi, em 30 de junho de 1993.

Em 1995, apresenta um “Divertissement” com coreografias de temáticas variadas que iam da utilização do clássico “Bolero de Ravel” ao chorinho “Malandragem”. Começa aqui uma das principais características do grupo, que é estar sempre abrindo espaço para coreógrafos diferentes, trabalhando com profissionais convidados como Cláudia Andrade (CE), Kato Ribeiro (Brasil/França), Marcelo Evelyn (Brasil/Holanda), Malrgozata Haduch (Holanda), Marcelo Pereira (Brasil/Suíça), dentre outros.

A projeção nacional começa em 1996, com a participação no IV Passo de Arte Festival Nacional de Dança do Grande ABC, em São Bernardo do Campo – SP, onde o grupo alcançou quatro prêmios, dentre eles o de melhor coreografia e de conjunto adulto de dança contemporânea para “Fuga”.

Em 1999, o balé participa, com quatro trabalhos, do “V Festival Internacional de Mar Del Plata”, na Argentina, onde é agraciado com sete prêmios, incluindo um menção honrosa pela coreografia “Vida”, criada por Sidh Ribeiro.

Em 2000, a Cia inicia uma turnê pelo Nordeste passando por Fortaleza e Recife e depois participando do VIII Passo de Arte Festival Nacional de Dança (SP) e do Festival de Joinville (SC). Naquele ano, o grupo é aclamado pelo júri do festival como “Melhor Grupo do Festival Internacional de Dança de Joinville”, pelo conjunto de sua obra.

Em 2006, o trabalho coreográfico “Nar Brenha” de José Nascimento foi realizado e continua sendo grande destaque. Logo em seguida, a Cia contratou Marcelo Pereira, pernambucano radicado na Suíça, que montou “Folha D’Agua”, balé que estreia a temporada 2007 da Cia.

Em 2011, começam os ensaios de “Enamorados”, espetáculo encomendado a Ricardo Scheir, coreógrafo paulista, com trilha sonora originalmente composta por Fabio Cardia – SP, que teve sua estreia em agosto de 2012, e o espetáculo “Carmem, O ciúme” de Nazilene Barbosa.

Em 2014, sob a direção da bailarina Carla Fonseca, estamos completando 21 anos, realizando projetos como a estreia de “Grave-grog”, trabalho coreográfico de Samuel Alvis, durante a comemoração dos 20 anos da Casa da Cultura de Teresina e o Projeto 6ª às 6, que durante duas vezes por mês abre as portas da Casa da Cultura para o público.

Espetáculo de dança do ventre ‘Mulheres’ estreou em Rio Branco, na Usina de Arte

Por G1 AC (adaptado)

(Foto: Aquele Casal Fotógrafo)

(Foto: Aquele Casal Fotógrafo)

A primeira apresentação ocorreu no último sábado (02/05), na Usina de Arte. O espetáculo ficará em cartaz nos dias 2, 9, 16 e 30 de maio, sempre às 20h.

Com produção do Studio Alimah de Dança do Ventre, essa é primeira temporada do espetáculo, após duas apresentações piloto realizadas no final de 2014. O grupo conta com dez dançarinas do ventre com idade entre 16 e 50 anos.

Após temporada na capital, o evento fará oficina de dança do ventre no dia 5 de junho na cidade de Cruzeiro do Sul. Nos dias 5 e 6 de junho, o grupo deve fazer duas apresentações no Teatro dos Náuas.

O Studio Alimah de Dança do Ventre é coordenado pela professora Yane Alimah e existe há 4 anos na capital acreana.

Serviço

O quê: Espetáculo Mulheres – Dança do Ventre

Quando: 2, 9, 16 e 30 de maio, às 20h

Onde: Usina de Arte João Donato (Avenida das Acácias, 1.155, bloco B, Distrito Industrial, Rio Branco-AC)

Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

 

PROJETO ARTÍSTICO CULTURAL TRAZ À USINA DE ARTE O SHOW-ESPETÁCULO IMIGRANTES, EMIGRANTES E VIAJANTES COM O GRUPO AGUADEIRO

10521100_718514508240154_7648964427312833967_n

 

Sobre o show espetáculo:

Imigrantes, emigrantes e viajantes é o título do primeiro espetáculo do Grupo Aguadeiro, construindo com base em pesquisas sobre o tema. Propõe um passeio através de músicas, gestos e imagens na busca de retratar o universo de quem nos acolhe ou se vê obrigado a partir; de quem nos acolhe ou prefere repelir, e das dores, sabores e trocas que nascem daí. O grupo apresenta um show-espetáculo composto por repertório de músicas com a temática imigrante.

Data: dia 24 de outubro de 2014 (sexta)

Horário: às 20h

Indicação etária: 16 anos

Duração: 60 min.

Local: Usina de Arte João Donato

Ficha Técnica: Grupo Aguadeiro: Maiara Rio Branco (contrabaixo), Marilua Azevedo (bateria e percussão), Amanda Schoenmaker (voz), Lorhaynna Bancalari | Músico convidado: Victor Romero (guitarra) | Artistas convidados: Bell Paixão, Laura de Lys, João Alab e Sacha Alencar.

 

 

Entradas Mais Antigas Anteriores

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 43 outros seguidores