CURSO DE DESENHO BÁSICO PARA CRIANÇAS NA USINA DE ARTE

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O Governo do Acre, por meio da Fundação Elias Mansour, dando continuidade às suas ações de formação, oferece na Usina de Arte João Donato, a partir de março, mais um curso na área de artes visuais, desta vez atendendo ao público infanto-juvenil com um curso de Desenho Básico. O objetivo da oferta é atender aos interesses da sociedade, tendo em vista a constante procura por ações de formação artística para crianças.

O curso de Desenho Básico é destinado a um público com faixa etária entre 8 e 12 anos interessado em desenvolver habilidades básicas relacionadas ao desenho. Os alunos irão praticar exercícios de luz, sombra, volume, profundidade, linha, formas, perspectiva, textura e estrutura da composição, expressão livre e terão noções de linguagem visual.

O objetivo do curso é valorização dos recursos de representação da criança, o estímulo à coordenação motora, incentivo à criatividade e à vivência em grupo. Os estudos incluirão diferentes metodologias, como leituras, exibição de vídeos, apreciação de exposições, visitas a ateliês, dentre outras.

O projeto final consistirá na produção de desenhos em temas livres, momento em que os alunos poderão aplicar as técnicas estudadas. As produções irão compor uma exposição na galeria Chico da Silva, na Usina de Arte.

O curso terá carga horária total de 80 horas com 4h/a por semana. As aulas acontecerão às segundas e quintas-feiras (Turma A), e às terças e sextas-feiras (Turma B),no período da tarde,no horário de 15h às 17h na Usina de Arte. A data prevista para início do curso é 17 de março de 2014.

As inscrições serão realizadas na secretaria da Usina de Arte e estarão abertas de 6 a 14 de março no horário de 8h30 às 12h e de 14h30 às 18h. Somente os pais ou responsáveis legais poderão efetuar a inscrição do aluno.

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Em março o espetáculo SOLAMENTE FRIDA fará curta temporada na Usina de Arte

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O Espetáculo Solamente Frida estará em cartaz no Teatro da Usina de Arte. O trabalho estreou em 2012, em Rio Branco e fez temporadas no Teatro Plácido de Castro e Cine Teatro Recreio; participou do IX FESTIVAL INTERNACIONAL DE SANTA CRUZ DE LA SIERRA/Bolívia, com grupos da Europa e Américas; fez o SESC AMAZÔNIA DAS ARTES; participou do FESTIVAL DA AMAZÔNIA, em Manaus; foi selecionado para o Palco Giratório do SESC/ 2014 e convidado para o MAYO TEATRAL/Cuba-Havana e Festival do Equador/ Cuenca e Festival de La Paz, em 2014. Ganhador do Prêmio Myriam Muniz para Montagem/ 2010 e Circulação/ 2013, SOLAMENTE FRIDA, a partir de março, viaja pelo Brasil: são 33 apresentações, 26 cidades, 16 estados, 10 oficinas, 6 encontros e milhares de quilômetros, por todas as regiões do Brasil, cumprindo a Circulação do Prêmio Myriam Muniz e o Projeto Palco Giratório do SESC.

SOLAMENTE FRIDA

A interpretação é de Clarisse Baptista e Nonato Tavares, ator Amazonense, com longa carreira no Teatro, como ator, diretor, cenógrafo e fundador da Cia. Vitória Régia.

Esse feliz encontro, de pessoas diferentes e de lugares tão distantes, é o resultado de outros encontros anteriores, ocorridos em festivais, oficinas e trabalhos diversos. Todos se reunindo em torno da ideia de falar de uma mulher extraordinária, a pintora mexicana FRIDA KAHLO.

Entre idas e vindas, desde julho do ano de 2011 os grupos se encontram em períodos intensivos de trabalho, para conciliar as agendas de todos. O Teatro de Los Andes, sediado em Yotala, na Bolívia, é o responsável pela encenação, direção musical, direção geral e cenografia.

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SOLAMENTE FRIDA.

Quando e horário? Nos dias de 13, 14 e 15, às 21 horas e 16, 18, 19 e 20, às 20 horas, em março!

Onde: Teatro da Usina de Arte João Donato

Ingressos: R$20,00 e R$ 10,00

Grupo de Danças Folclóricas e Rede Banzeiro na Usina de Arte

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Neste sábado, dia 22 de fevereiro de 2014, a partir das 19 horas, acontece mais um evento na Usina de Arte. Desta vez a alegria e a arte ficam por conta de movimentos artísticos acreanos cujo trabalho é marcado pela busca de valorização e resgate da cultura popular, bem como pela reunião de artistas, especialmente músicos e atores, em torno da pesquisa, experimentação e das estéticas musical e visual.

 O Grupo de Danças Folclóricas fará uma mostra de 4 cenas folclóricas destacando temas regionais e amazônicos como o Reizado e a Dança de Ritual Indígena. As apresentações teatrais e musicais do grupo são compostas, em sua maior parte, por pessoas da terceira idade.

Rede Banzeiro, uma articulação que reuni artistas para ministrar oficinas nas comunidades, nos bairros, levando a música, a poesia, e a estética visual às comunidades locais, trará ao palco um ensaio da brincadeira carnavalesca Maria Xota.

Além da programação artística, o evento oferecerá ao público bazar e bar.

A proposta de realização do evento é contribuir para a difusão da cultura popular e suas tradições identitárias, entrelaçando público, identidade, arte e alegria.

ENTRADA GRATUITA! 

Sarau de encerramento das Oficinas de Voz e Comunicação – Entrada gratuita

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O projeto “Arte de comunicar”, idealizado pela Fonoaudióloga e Coach Gabriela Lima, promove um Sarau aberto ao público de todas as idades, entrada gratuita, com as apresentações de Poesias, Histórias, Músicas, Teatro e Intervenções, pelos alunos das Oficinas de Voz e Comunicação, neste sábado, 15, no Cine Teatro Recreio (Gameleira), às 19 horas. Sob a produção de Lidia Sales e Lorhaynna Bancalari.Também haverá sorteio de brindes e distribuição de folders sobre cuidados com a voz.

O Sarau marca o encerramento das Oficinas de Voz e Comunicação – Nível Básico e Nível Avançado, que ocorreram na Usina de Arte João Donato, no período noturno, de 13 a 23 de janeiro, e de 3 a 13 de fevereiro. O projeto foi aprovado pelo edital 2013 da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Rio Branco – Lei nº 1.324/99, da Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil, com patrocínio da UNINORTE, apoio da Miragina, Zinguer, Corujão Arte e Governo estadual através do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).

Um Workshop de Voz e Comunicação no CEP Serviços – Campos Pereira nos dias 01 e 02 de fevereiro, também foi realizado pelo projeto, que teve a quinta edição, foi direcionado a todos os profissionais e estudantes envolvidos em atividades que utilizam a voz como instrumento de trabalho. Outros profissionais também foram facilitadores das oficinas: a atriz Juciany dos Santos, o músico Heber Colman, a produtora fonográfica Larissa Pontes, a master coach Caterine Castro, a facilitadora Cibele Sales, do Instituto Sírio Libanês de ensino e pesquisa.

Cine Teatro Recreio (Rua Senador Eduardo Assmar, em frente a Gameleira – 2º Distrito. Tel. (68) 3244-2055)

Mais informações: 9205-4367, 9991-1500 / oficina.artedecomunicar@gmail.com

O ENIGMA DA VIOLÊNCIA

Saí ontem do Cemitério São João Batista no Rio de Janeiro ciente de que a vida estará sempre em risco e por um fio, enquanto não mudarmos nosso comportamento em adequação a outras maneiras de conviver em grupo. Seremos sempre vítimas inconscientes da nossa própria formação e desinformação. E nada mais trágico de que o homem certo para decifrar enigmas e profundezas da natureza humana, com o simples uso do diálogo, tenha perdido a vida sem encontrar a solução.

 

Com certeza, diante do ocorrido e se ele estivesse vivo, faria provavelmente um filme com as  perguntas imponderáveis aos jovens adolescentes, tais como: “ O que leva um menino de 10 anos a atirar na professora pelas costas e em seguida se suicidar?”  Fato ocorrido numa  sexta feira do ano de 2010  em São Paulo. “O que leva  um menino de 13 anos  a matar a família e se matar em São Paulo em agosto de 2013”.  “ E porque um menino de 13 anos mata o irmão de 12 com um disparo aparentemente acidental ?”  

 

No domingo, dia 2 de fevereiro, Eduardo Coutinho, um dos mais importantes cineastas do Brasil foi assassinado pelo próprio filho. Diante dessa tragédia surpreendente devemos perguntar: em que mundo vivemos? Será que a violência não está mais entranhada em nossa cultura do que pensamos?  Está disseminada na sociedade de forma explícita nos conflitos armados, mas também  aparece diluída de forma oculta em meio ao comportamento social e formatada pelos veículos de comunicação de massa. Nesse caso, será que o cinema não tem alguma coisa a ver com isso?  Tenho certeza que este tema não iria passar despercebido e Coutinho iria rodear calmamente em volta desse núcleo de incertezas para buscar a fonte original do problema.  E ele era o cineasta para isso.

 

Nas primeiras décadas do século vinte, o revolver era o instrumento que impunha a lei,  balizava os conflitos e cumpria a função de eliminar, em duelo justo, sujeito a regras rígidas, o personagem que feriu a lei, matou a traição ou tentou impor sua vontade à população. Mas na evolução dos tempos, as armas no cinema se tornaram mais sofisticadas e letais.   Incorporadas ao cenário urbano as armas de fogo adquiriram status de efeito estético  e performático indispensável para o filme de ação. O cinema acompanha  os movimentos sociais pois será sempre reflexo do real ou do imaginário popular. No entanto estamos recebendo, diariamente, através das salas de cinema e das TVs de Assinatura, uma carga exagerada de séries de  filmes de ação, nos quais os conflitos são narrados  de forma excessivamente violenta.  E o que vemos  hoje é o recrudescimento nas telas, da violência desmotivada e da crueldade envolvida com sadismo. Um cinema globalizado que apresenta um mundo fictício mas convincente,  para sociedades ingênuas ou  corrompidas  e dominadas por criminosos e justiceiros. E no centro dessa nova dramaturgia, poderá  estar o revolver na mão de uma criança.

 

A morte de Eduardo Coutinho é uma perda irreparável para a cultura brasileira  que vai se refletir na obra que deixou e inspirar os jovens cineastas brasileiros a buscar, através do seu método, o fundo de uma verdade inesquecível.

 

 

                                                                                                                                     Maurice Capovilla

Ministério da Cultura e Petrobras Apresentam – O Realejo

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BR DISTRIBUIDORA APRESENTA:

 O Realejo é enchente de beleza e delicadeza versando sobre o desejo, mostrando quem é que decide, quem tem a última palavra nessa casa bagunçada que é o corpo. Um desejo que é capaz de romper com compromissos ou conformidade. Trata-se também de mais um aprofundamento na parceria do autor (Rafael Martins) com o diretor (Yuri Yamamoto), resultando num espetáculo rico em imagens poéticas, trazidas pela conduminuciosa de cada ator, revelando organicidade dos sentimentos mais sutis e dos corpos que se fundem a bonecos.

Saltam à vista o domínio da rima, a concepção cênica, a fluidez, e a sutileza das atuações. Tudo isso no grande propósito de unir graça e gravidade, e sempre com imensa poesia, utilizando-se de elementos do melodrama, da tragédia e do épico, aliados ao frescor da liberdade e ao auto-didatismo que acompanham a trajetória do grupo, O Realejo reafirma e amadurece a tábula de rigor que o grupo construiu para si.

O espetáculo foi o grande vencedor do XII Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, em 2005 e destaque no Festival Nacional de Teatro e Dança da Paraíba e Festival Recife do Teatro Nacional (PE). Em 2006, participou do Festival Internacional de Londrina – PR e do Festival de Inverno de Garanhums – PE. EM 2007 fez circulação nacional pelo projeto Palco Giratório promovido pelo SESC. Em 2010 foi escolhido pela imprensa cearense como o espetáculo da década.

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SINOPSE:

Marina e Cássio, uns vendedores de maçãs vivem a magia do primeiro amor. O problema é que a moça foi criada para se casar com o Coronel Adamâncio. A trágica historia desse amor proibido é contada através da magia do som de um enigmático tocador de realejo que decifra o destino de todos.

O GRUPO

O Grupo Bagaceira de Teatro foi criado, em Fortaleza, Ceará, em 2000. Exercendo atividades ininterruptas, o grupo logo alcançou reconhecimento nacional pela sua pesquisa autoral.

Com textos e direções próprias, o grupo lançou desafios no âmbito da construção cênica e dramatúrgica, o que resultou no adensamento de uma linguagem própria que vem sendo apresentada nos principais festivais e mostras de todo País, provocando uma reflexão sobre um novo olhar do que é produzido no Nordeste.

SERVIÇO:

DIAS: 14, 15 E 16 DE FEVEREIRO DE 2014

SEXTA, SÁBADO E DOMINGO – 20 HORAS

R$ 10,00 / 5,00

USINA DE ARTE JOÃO DONATO

Avenida das Ácacias, nº 155, bloco B  – Distrito Industrial

Cep: 69.920-202

Rio Branco

Fones: (068) 3229-6892 / (068)9978-4316

Patrocínio:  Lei de incentivo a Cultura/ Ministério da Cultura e Petrobras

Apoio: Governo do Povo do Acre através da Usina de Arte João Donato

Realização: Grupo Bagaceira

Nota