Espetáculo Inservíveis ou da inutilidade das coisas deste mundo e de outros

Teaser do espetáculo

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Foi dada a largada

Neste último final de semana, começaram as atividades do Territórios Híbridos aqui na Usina de Arte. O primeiro encontro aconteceu simultaneamente em Rio Branco- AC e São Carlos-SP e os participantes puderam interagir via web.

No sábado, 18, reunimos todos os doze participantes para discussão do tema: a Internet como mediadora na aquisição de conhecimento sobre os espaços urbanos.  Além disso, também tivemos o workshop de roteiro ministrado por Clemilson Farias.


Já no domingo, 19, a equipe participou do workshop de filmagem ministrado por Italo Rocha e do workshop de produção com Clemilson.

Em seguida, foram formadas seis duplas que serão responsáveis pela criação e produção de um documentário com duração entre 5 e 8 minutos, abordando um aspecto relacionado à outra cidade envolvida na ação.

Cross – Territórios Híbridos


A temática central do projeto Territórios Híbridos é a construção coletiva de espacialidades híbridas – combinando as instâncias concreta e virtual – em territórios urbanos através de ações culturais.

Caracteriza-se pela preocupação em explorar a tolerância a diversidades e a ampliação de visões de mundo a partir da realização de atividades conjuntas com pessoas e grupos vivendo em realidades sociais distintas entre si.

Em seu âmbito se busca promover o reconhecimento de diversidades, aproximando populações através da rede, e incentivando novas possibilidades de comunicação através dos meios digitais. As ações culturais a serem desenvolvidas e implementadas com os parceiros do projeto serão concebidas a partir de quatro eixos temáticos: Imagem, Som, Corpo e Espaço.

“Ação” diz respeito ao processo de concepção e planejamento, de construção, registro e avaliação. Envolve duas instâncias demarcadas, chamadas workshop e evento, realizadas em âmbito local e remoto. Workshops são instâncias de produção, de trabalho, envolvendo um grupo reduzido de participantes, enquanto eventos são instâncias de exibição e discussão pública do que foi produzido, com participação de um maior número de pessoas.

OBJETIVO
Essa ação busca analisar a internet como mediadora na aquisição de conhecimento sobre outro estado e/ou cidade. Para tanto, será utilizada a filmagem como ferramenta de expressão e reflexão e os meios digitais como potencializadores de discussão sobre o tema. Participarão desta ação moradores de duas regiões do país: São Carlos-SP e Rio Branco-AC.

Primeiros dias da Oficina de Linguagem Audiovisual e Edição de Imagens em Final Cut

Nesta segunda-feira, 13, começou a oficina linguagem audiovisual e edição de imagens, ministrada por Marília Alvim.

No primeiro dia os participantes demonstraram muito entusiasmo ao entrar em contato com clássicos do cinema, como A Marca da Maldade, Os Intocáveis, Era uma Vez no Oeste e Moulin Rouge.

E além disso, foi feita análise dos elementos que fazem parte da narrativa audiovisual, como enquadramentos, planos, trilha sonora, continuidade, montagem, etc.

Breve currículo
Marília Alvim nasceu em Minas Gerais, no ano de 1947. Até se estabelecer como montadora, passou pela produção, continuidade e edição de som no cinema – nos idos de 1970. Realizou a montagem de filmes de importantes cineastas do país, como Marco Antônio Cury, Sérgio Bianchi, Walter Lima Júnior,  Paulo César Saraceni, Roberto Bomtempo e  Maurice Capovilla.
Além disso, ganhou prêmios em Gramado, Curitiba, Rio de Janeiro e Fortaleza. Lecionou na Escuela de Cine y TV, de San Antonio de Los Baños, em Cuba; no Instituto Dragão do Mar, em Fortaleza (CE); na Usina de Arte, no Acre, participou do 1° Festival Ver e Fazer Filmes,

em Cataguases (MG), e ainda participou da produção executiva de vários filmes.
Esteve à frente de ‘Hermeto Pascoal – Ato de Criação’ na direção, que venceu a edição de 2008 do Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo, o Cinesul, na categoria de ‘curtas e médias’. A obra foi eleita pelo júri popular e pela Associação Brasileira de Curta-Metragistas do Rio de Janeiro (ABDeC/RJ) o melhor documentário da competição.

Sexta Tem e Jam Session com o Maestro Chico Chagas

O maestro Chico Chagas realiza uma oficina de interpretação instrumental e arranjo, durante essa semana, para músicos profissionais e professores da Usina de Arte e Escola Acreana de Música (EsAM). O público poderá conferir o resultado desse processo no próximo ‘Sexta Tem’ de sexta-feira, 10, a partir das 20 horas, no auditório da EsAM.

O repertório contemplará somente o trabalho de compositores acreanos. Chico ainda participará de uma jam session, expressão conhecida no Brasil “como dar uma canja”, no sábado, 11, às 20 hora, na Usina de Arte. “Pretendemos quebrar as fronteiras entre as artes e fazer com que elas dialoguem entre si. Isso é bom porque as pessoas que frequentam esses eventos nunca saem com a mesma cabeça, já saem abertas para novas experiências culturais. Sobre o show, vamos tocar umas coisas nossas aqui da Amazônia, com muita percussão e ainda tango, valsa, baião, cúmbia e outros estilos”, explica o maestro.

Para isso, alguns artistas foram convidados, como Graça Gomes, Maestro Cunha, Célia Gomes, Dircinei Souza, Álamo Kário, Darueck Campos, Arthur Miúda (Caldo de Piaba) e Saulo Melo (Caldo de Piaba). A entrada é gratuita e qualquer músico também poderá participar das apresentações. O projeto é financiado pelo Ministério da Cultura através Lei Rouanet e tem a realização Usina de Artes João Donato em parceria com a Escola Acreana de Música através FEM.

FEM promove oficina de formação musical com o maestro Chico Chagas

Estão abertas as inscrições para a oficina de interpretação instrumental e arranjo, com o maestro Chico Chagas, na Escola Acreana de Música (EsAM). As aulas serão ministradas já nesta terça-feira, 7, gratuitamente, até sexta, 10, às 14 horas. O público-alvo são os instrumentistas profissionais do Estado e os professores da EsAM e Usina de Arte.

De acordo com Dircinei Souza, diretor da EsAM, as técnicas que serão estudadas devem servir para diferentes tipos de formação, como bandas e conjuntos de câmaras. “Pretendemos estabelecer uma troca de experiências entre o maestro e os participantes para trabalhar a criatividade musical”, completa.

Oficina é voltada a músicos profissionais do Acre

Aos sete anos de idade, Chico Chagas começou a tocar em festas juninas com o pai, Chiquinho Arigó, que até hoje é uma de suas principais referências, assim como também foram os programas de rádio que o músico ouvia na infância. Há 26 anos ele deixou o Acre. O primeiro destino foi Porto Velho (RO), para estudar com o pianista Tito Freitas, conhecido pelo trabalho que realizara com Emílio Santiago. O mestre acaba reconhecendo o talento do aluno e, assim, Chico vai estudar no Rio de Janeiro, lugar em que vive até hoje.

Com esforço e dedicação, Chico começa a se apresentar no circuito noturno carioca e usa o dinheiro dos cachês para pagar os estudos. O primeiro grande trabalho foi com o cantor Zeca Pagodinho e os humoristas do programa ‘Casseta e Planeta’. Mas realmente era só o começo. Ele também trabalhou com Milton Nascimento, Hamilton de Hollanda, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Naná Vasconcelos, Paulo Moura, Alceu Valença, Adriana Calcanhotto, João Bosco, Djavan, Maria Bethânia, Chico César, Cássia Eller e Vanessa da Mata.

O músico chegou a sair do país para morar na Inglaterra, por lá ficou cerca de dois anos e, mais uma vez, pôde sentir o gosto do merecido sucesso. Acabou cnhecendo Dave O’Higgins, que já se apresentou com Frank Sinatra, Jamie Cullum e Ray Charles e foi considerado por duas vezes como o maior saxofonista do Reino Unido. Logo veio a parceria Chagas+O’Higgins, com a gravação de um CD, marcado pela forte união de forró e jazz, e a realização de vários shows. Já no Acre, Chico Chagas participou da edição 2012 do Arraial Cultural, experiência que ele carrega com muito carinho.

“Fiquei superlisonjeado com o convite e realmente me senti honrado. Já recebi homenagens, troféus no Rio, na Europa, mas a vitória maior foi ser prestigiado na minha terra, porque até hoje a hora de voltar, de entrar no avião, ainda é dolorosa”, disse, emocionado. “Não consigo viver sem quibe de arroz [e logo sorriu].” Ele falou também sobre a festa junina do governo. “Esse São João resgatou a autoestima de muita gente, e é disso que eu quero: que o meu filho lembre. Essa comemoração é a mesma lembrança que eu tenho da minha época de oito, noves anos, da época das quadrilhas juninas.”

André Gonzaga – Assessoria FEM

Fonte: http://www.agencia.ac.gov.br/index.php/noticias/cultura/20565-fem-promove-oficina-de-formacao-musical-com-o-maestro-chico-chagas.html

Oficina: Linguagem Audiovisual e Edição de Imagens em Final Cut (Inscrições encerradas)

Inscrições encerradas

OFICINEIRO: Marília Alvim

CARGA HORÁRIA: 20 horas

PERÍODO: de 13 a 17 de agosto das 19h às 22h00

LOCAL: Usina de Artes João Donato

RESUMO: A oficina de Linguagem Audiovisual e Edição de Imagem será realizada em duas etapas. Na primeira etapa se falará sobre a estrutura da narração – “regras gramaticais” da linguagem audiovisual e serão analisados, a partir de exemplos clássicos, os elementos básicos dessa linguagem – planos, enquadramentos, ocupação do quadro, localização do objeto central, o ritmo, a continuidade, elementos que completam a narração audiovisual. Na segunda etapa será aplicado o conhecimento exposto na edição ao vivo de uma material gravado de um curta metragem. Os alunos poderão acompanhar na aula o processo completo de uma edição de imagem a partir da seleção e organização do material gravado e participar diretamente da elaboração do projeto que será realizado através do programa Final Cut. Objetiva-se com esta oficina dar instrumentos para conseguir editar um vídeo no programa FINAL CUT e ter conhecimentos básicos da linguagem audiovisual. PÚBLICO ALVO: Artistas, Estudantes de Áudio e Vídeo e de Artes, Produtores e Realizadores independentes e demais interessados.