Inscrições abertas para o FESTCINE AMAZÔNIA 2008…

As inscrições para a sexta edição do Festcine Amazônia – Festival de Cinema e Vídeo Ambiental estarão abertas até 29 de agosto de 2008 (www.festcineamazonia.com.br). Com o tema “Não – A Natureza não pode sair de cena” o Festival acontece em Porto Velho, Rondônia no período de 10 a 15 de novembro de 2008.

Assessoria de Imprensa Festcine Amazônia.

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Revelando os Brasis Ano III inicia Curso de Formação Audiovisual para selecionados da terceira edição

 

 

A partir desta terça-feira (24), 40 pessoas de todo o Brasil vão participar das oficinas do projeto, que viabiliza a produção de vídeos digitais a partir de histórias escritas por moradores de municípios com até 20 mil habitantes

 Quarenta moradores de pequenas cidades brasileiras iniciam nesta terça-feira (24), no Rio de Janeiro, o Curso de Formação e Realização Audiovisual do Revelando os Brasis Ano III, que viabiliza a produção de vídeos digitais a partir de histórias escritas por moradores de municípios com até 20 mil habitantes. O projeto é realizado pelo Instituto Marlin Azul e pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, com patrocínio da Petrobras e parceria do Canal Futura.

O curso, que vai até o dia 5 de julho, oferecerá oficinas de introdução à linguagem audiovisual, roteiro, direção, produção, fotografia, som, edição, direção de arte, pesquisa, mobilização, direitos autorais e comunicação colaborativa. Após os cursos, os autores (selecionados a partir de um concurso nacional de histórias) retornarão a suas cidades para transformar as suas histórias em vídeos com até 15 minutos de duração. Nessa fase, eles contarão com o apoio de uma produtora regional que irá providenciar os equipamentos de câmera e de som digitais.

As oficinas serão ministradas pelos seguintes profissionais da área audiovisual: Ana Paula Cardoso (diretora de arte), André Glasner (diretor), Beth Formaggini (diretora e produtora), Eduardo Valente (diretor), Luiz Augusto Rezende (diretor), Luiz Guimarães de Castro (montador e diretor), Martha Ferraris (diretora de produção), Paulo Halm (diretor e roteirista), Márcio Câmara (técnico de som direto), Luis Abramo (diretor de fotografia), Alex Araripe (diretor de fotografia) e Felipe Ribeiro (documentarista e professor).

 Selecionados – O Revelando os Brasis anunciou na última sexta (20) a lista dos 40 selecionados para a sua terceira edição. Dezoito Estados têm histórias selecionadas: Bahia (4 histórias), Minas Gerais (4), São Paulo (4), Acre (3), Paraná (3), Rio de Janeiro (3), Rio Grande do Norte (3), Ceará (2), Espírito Santo (2), Goiás (2), Paraíba (2), Pernambuco (2), Mato Grosso do Sul (1), Pará (1), Rondônia (1), Rio Grande do Sul (1), Santa Catarina (1) e Tocantins (1).

De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 5.568 municípios; desses, 4.006 têm até 20 mil habitantes.

 Os vídeos – Nas duas primeiras edições do projeto, entre 2004 e 2006, foram produzidas 80 obras, entre ficções e documentários. Os vídeos realizados pelo projeto são apresentados em suas comunidades através do Circuito Nacional de Exibição do Revelando os Brasis, que leva uma tela de cinema para os municípios. As produções também são exibidas no programa de TV que vai ao ar pelo Canal Futura. A partir de 2008, os vídeos do projeto também serão lançados em DVD com distribuição gratuita entre organizações sociais e culturais, bibliotecas, universidades e cineclubes de todo o Brasil.

 Os selecionados:

Abimael Borges dos Santos

História: Caminho de Feira – A Universalidade Cultural da Feira Livre de Sátiro Dias

Sátiro Dias – BA

 Adner de Almeida Sena

História: Paixão e Alegria

Coimbra – MG

 Alan Russel Waine Gontijo

História: A Dois Passos do Paraíso

Miracema do Tocantins – TO

 Alberto Cláudio Emiliano

História: Guaranésia – Os Irmãos Masotti e o Cinema

Guaranésia – MG

 Antônio Galdino da Silva Filho

História: Há Flores Que Murcham em Serrinha dos Pintos

Serrinha dos Pintos – RN

 Carlos Rodrigues Sandim

História: Documentário Dança Engenho Novo na Comunidade Quilombola Furnas do Dionísio

Jaraguari – MS

 Charles Deodato do Nascimento

História: Passarelas (Ou Uma História de Carnaval)

Casinhas – PE

 Daniel Ignácio Silva

História: Por Que São Pedro do Triunfo?

Santa Maria Madalena – RJ

 Daniel Vieira Corrêa

História: Os Três Maninhos

Chaves – PA

 Deise de Araújo Rocha

História: Do Voto no Saco do Rei da Bala Chita à Urna Que Tem Feição Mas Não Proseia (ou Do Voto de Cabresto à Urna Biométrica)

Colorado D’Oeste – RO

 Delmar Alves de Araújo

História: Jardim de Plástico

Lençóis – BA

 Djenane Ferreira da Silva Correia

História: Dona Joana: Seus Ternos e Danças

Água Fria – BA

 Duplanir de Souza Filho

História: Seu Nome Era Brasília

Brasiléia – AC

 Edson Silva de Jesus

História: Os Vendedores Ambulantes de Beiju de Coco

Sapeaçu – BA

 Elano Ribeiro Baptista

História: Cachorro-Quente Vodu

Mendes – RJ

 Eliane Maria Vieira

História: Uma Banda em Nossas Vidas

Rio Pomba – MG

 Enaldo André Zanbon

História: Minha Arte é Vida Após a Morte

Venda Nova do Imigrante – ES

 Fernanda Dourado Moitinho

História: O Jegue, Patrimônio Cultural do Nordeste

Tibau do Sul – RN

 Fleury da Silva de Almeida

História: Revelando Minha Vida

Araguapaz – GO

 Francisco José Flor

História: Três Coveiros

Guaramiranga – CE

 Francisco Tadeu Pereira

História: O Barbeiro de São Pedro da União

São Pedro da União – MG

 Genaldo de Souza Barros

História: O Baque da Zabumba Centenária Contra o Tic-Tac do Tempo

Iati – PE

 Irene Rios da Silva

História: Os Desafios de uma Professora em uma Comunidade Alemã

São Pedro de Alcântara – SC

 Joeli Vaz do Nascimento

História: O Grande Rio Thermal

Rio Quente – GO

 José Aderivaldo Silva da Nóbrega

História: Talhado, os Filhos de Aruanda

Santa Luzia – PB

 Lia Marcia de Alcântara Marinho

História: Taipa no Estado de São Paulo

Iporanga – SP

 Liane de Oliveira Castilhos

História: Photographos – Cima da Serra

Cambará do Sul – RS

 Marcos Peretti de Albuquerque Maranhão

História: Porto Amazonas

Porto Amazonas – PR

 Maria de Lourdes Scabine Lezo

História: O Dono do Carnaval

Taiaçu – SP

 Maria José Estevam de Souza

História: O Paraíso da Maria

General Sampaio – CE

 Nilma Teixeira Accioli

História: As Sete Congas

Iguaba Grande – RJ

 Odaí José Pereira da Silva

História: O Boi do Lixo

Florânia – RN

 Patrícia Justino Martins da Silva

História: Passageiro 1219

Palestina – SP

 Patrik Camporez Mação

História: As Últimas Responsadeiras

Vila Valério – ES

 Priscila Ernst

História: Os Faxinais: De 120, Resta Apenas um em São João do Triunfo

São João do Triunfo – PR

 Rafael Pereira Assumpção

História: Paraíso 1975

Bela Vista do Paraíso – PR

 Thiago de Souza Santos

História: O Circo Chegou!

Santa Gertrudes – SP

 Vandete Cerqueira Sereno Kaxinawá

História: O Espírito da Floresta

Marechal Thaumaturgo – AC

 Wagner dos Santos Soares

História: Arte na Ruína

Xapuri – AC

 Zito Nunes de Siqueira Júnior

História: Capa de Chuva

Sumé – PB

Assessoria de Comunicação:
Instituto Marlin Azul: (27) 3327-2751
Sandra Daniel: (27) 9971-5324
Simony Leite Siqueira: (27) 9811-7395
www.revelandoosbrasis.com.br

Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo 2008

Em 2008, o Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo chega à sua 15ª edição. Desde 2005 a Petrobras patrocina o evento por acreditar que o projeto vem se consolidando como um dos principais espaços para exibição e reflexão da produção audiovisual do continente e da Península Ibérica, reunindo cineastas, pesquisadores, estudantes de cinema, artistas, técnicos e o público em geral para conhecer e discutir sobre a atual produção ibero-americana. 

Este ano, o Cinesul conquistou o patrocínio da Petrobras, através do edital de seleção pública para festivais do Programa Petrobras Cultural. Além da experiência e da competência do projeto, é preciso destacar a forma como ele se compatibiliza com algumas das principais diretrizes da política de patrocínio da Petrobras: a busca pela ampliação do espaço de circulação comercial e cultural de filmes brasileiros, bem como o apoio a ações formadoras de novos públicos, empenhadas em garantir a presença regular de nossos filmes no circuito exibidor. 

Ao primar pela acessibilidade da programação, com entrada franca em pelo menos quatro espaços exibidores, o Cinesul garante ao público carioca maior contato com uma cinematografia que por vezes não chega às nossas telas. Por outro lado, ao possibilitar o intercâmbio entre produtores, distribuidores e exibidores de diversos países, o festival favorece a circulação e o debate para os filmes brasileiros em contexto internacional. 

O patrocínio da Petrobras à realização do Cinesul vem reafirmar um compromisso de mais de uma década da Cia com o cinema brasileiro. Em todas as suas fases, a Petrobras está presente, desde a produção e difusão cinematográfica até a formação de público, sempre procurando estimular a criação e democratizar o acesso aos bens culturais do nosso país.

Panorama Geral do Festival

Cinesul 2008 terá 80 filmes em competição e 160 em mostras paralelas

O FESTIVAL ACONTECE EM CINCO LOCAIS ESPALHADOS PELA CIDADE, TODOS COM ENTRADA FRANCA E DISTRIBUIÇÃO DE SENHAS.

O Rio se transforma na capital do cinema a partir de 16 de junho com a abertura da 15ª edição do Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo que segue até o dia 29. Serão 80 filmes em competição e cerca de 160 exibidos em mostras paralelas. Produções recentes de países como Argentina, Espanha, Brasil, Portugal, México, Venezuela, Chile, Cuba, entre outros de língua latina ganham exibição em cinco pontos da cidade (Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural Correios, Casa França-Brasil, Cinemateca do MAM e Ponto Cine, em Guadalupe) e em todos os lugares a entrada será franca com distribuição de senhas com meia-hora de antecedência. O festival conta com o patrocínio da Petrobras e do Banco do Brasil.

Em competição estarão 80 filmes, entre longas-metragens de ficção e de documentário e trabalhos de média e curta-metragem na categoria Videosul. Nas mostras paralelas destacam-se “Brasil Real” (documentários em curta, média e longa-metragem), “Foco Espanha” (trabalhos do País Basco, das Ilhas Canárias ), “Bossas Musicais”(filmes sobre música ou músicos), “Bolívia em transe” (produções que retratam os acontecimentos dos últimos anos pré e atual governo de Evo Morales), “Palcos e Telas” (filmes sobre cineastas e teatrólogos), Cinesul Animado (curtas de animação para o público infantil, juvenil e adulto), além de produções das escolas de cinema de Madri, de Cuba (Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños) e Buenos Aires (ENERC – Escuela Nacional de Experimentación y Realización Cinematográfica) e CCC do México(Centro de Capacitación Cinematográfica).
Na competitiva de longas de ficção, o Brasil aparece com dois concorrentes, seguido de um filme de cada país: Argentina; Espanha; Venezuela; Chile; Colômbia; e co-produções Espanha/Argentina; da Bélgica/Espanha e México/França/Espanha. Na categoria documentário, Brasil, Argentina e México têm dois competidores cada, seguidos de um longa-metragem da Bolívia; da Espanha, e das co-produções Chile/França/Bélgica e Cuba/Argentina/Grã Bretanha. Na categoria Curtas e Médias serão apresentados 42 trabalhos de ficção, sendo 18 do Brasil; 9 da Espanha, quatro da Argentina; quatro do México, dois do Chile, dois da Venezuela, um do Equador, um do Peru e um de Portugal. Na categoria documentário, 18 curtas e médias-metragens vêm dos seguintes países: dez do Brasil; dois de Portugal; um da Venezuela; um da Nicaraguá; um da Espanha; um da Colômbia; um da Argentina e um de co-produção Cuba/Suíça.

O evento tem como objetivo principal consolidar um espaço de exibição, difusão e premiação da produção audiovisual de ficção e documental realizada em países ibero-americanos, além de apresentar programas específicos de cinematografias pouco divulgadas e homenagear cineastas consagrados. O Cinesul reúne também personalidades ligadas à atividade cinematográfica, promovendo encontros, seminários e oficinas; além de possibilitar o intercâmbio entre produtores, distribuidores e exibidores, e aproximar os criadores de seu público.
Homenageados
A cada edição do Cinesul, atores ou cineastas são homenageados pela importância de suas obras dentro da filmografia ibero-americana. Este ano, o festival presta tributo a dois dos mais representativos cineastas sul-americanos da segunda metade do século XX e pouco conhecidos das gerações mais novas: o argentino Leopoldo Torre-Nilson e o brasileiro Olney São Paulo. Torre-Nilson foi diretor de, entre outros, “Boquitas Pintadas”, “La Casa del Ángel” e “Martín Fierro”. Já Olney São Paulo dirigiu “O Grito da Terra”, “Manhã Cinzenta”, “O Pinto vem aí”, entre outros. O Festival relembra suas carreiras no ano do 30º aniversário da morte de ambos os diretores, que tiveram a carreira marcada por agressões sofridas pelos regimes autoritários em seus países. Os dois ganham mostras com seus principais trabalhos e uma exposição de fotos na Cinemateca do MAM.

Então pessoal o site do festival é www.cinesul.com.br

Abraços, Wander.

ENTREVISTA DE MAURICE CAPOVILLA CONCEDIDA AO FESTCINE AMAZÔNIA…

Por ocasião da edição de 2004 do Festcine Amazônia, o Profeta da Fome foi exibido no Circo Verdiano, no bairro Ulisses Guimarães, periferia de Porto Velho. Maurice Capovilla estava presente e pôde conhecer um circo tal qual é retratado no longa-metragem. Na época o cineasta declarou que não imaginava que o cinema pudesse produzir nas pessoas, e principalmente nas crianças, a sensação de que estavam vendo na tela, no meio do picadeiro, o mesmo espaço onde estavam. O circo do Profeta era igualzinho ao circo Verdiano, que virou sala de exibição. As crianças olhavam em torno para constatar que estavam vendo a si mesmas. E começavam a gritar de alegria, entusiasmo ou espanto.

“Foi uma experiência inédita na minha vida e de grande emoção. Quando um filme penetra nas pessoas através da vivência delas, fica muito mais inteligível e fácil de acompanhar, de forma que acho que aquela sessão foi a mais profunda comunicação que meu filme teve na sua existência”, explica.

Capovilla também faz história no Acre. Desde novembro de 2004, quando participou na criação da escola que foi chamada de Usina de Arte João Donato  o cineasta afirma não ter sido sua idéia, mas do atual governador do Acre, Binho Marques. Foi ali que Capovilla ministrou as primeiras oficinas de formatação de projeto do DOCTV. Em junho de 2007 ficou responsável pele Núcleo de Produção Digital da Usina, resultado de um edital do programa Olhar Brasil, do MinC, resultando em um convênio com direito a verba de formação e um equipamento reduzido a uma câmera HD e kits de luz. Uma ilha de edição ainda está no projeto.

“A idéia que implantei para o Núcleo foi de fazer Oficinas com a finalidade de capacitar técnicos nas diversas áreas da produção audiovisual e formar ao mesmo tempo artistas criadores, diretores, roteiristas, produtores, fotógrafos, cenógrafos, figurinistas e naturalmente fotógrafos, técnicos de som e editores dentro de uma perspectiva de polivalência, ou seja, todos os alunos aprendem um pouco de cada área de acordo com suas aptidões, para serem capazes de realizar variadas funções”. .

As oficinas são semanais, modulares e progressivas, com conteúdos que visam, durante o decorrer de um trimestre, a produção. Ao final de cada período os alunos se dedicam a realizar, com seus temas e recursos técnicos, vídeos de múltiplas linguagens: o documentário, a ficção, o clipe musical, a informação interativa, a documentação de eventos, a pesquisa audiovisual da memória cultural e histórica, a programação visual, etc. “Enfim, estamos montando uma Escola integrada a um Centro de Produção capaz de interagir com a TV Aldeia (emissora educativa local) e com a WEB, para transmitir para a população local e para outros pontos do país, a expressão audiovisual do Acre”.

O cineasta também falou sobre o Festcine Amazônia que ele considera a mais importante realização de difusão cultural cinematográfica existente no Norte e não se compara com os Festivais realizados no estado do Amazonas, voltado para o cinema de aventura estrangeiro e muito menos do Nordeste, mais precisamente em Pernambuco e Ceará. “Desta forma o Festcine não é apenas um evento localizado e datado, mas algo maior, pois faz um percurso que o torna itinerante e permanente. Seu modelo deveria ser mais bem observado pelos poderes públicos que financiam eventos dessa natureza, para que possa estender ainda mais sua atuação”, enfatiza.

Em relação a projetos pessoais, o cineasta disse que está em fase de pré-produção de um filme musical que será realizado em São Paulo em co-produção com a TV Cultura. Capovilla declarou que se trata de uma opereta dramática, baseada em músicas do compositor gaúcho, Lupicínio Rodrigues. “É um projeto antigo que agora ganhou condições para se realizar, com um patrocínio da Petrobras. Sem esquecer que no Acre pretendo fazer um longa-metragem composto por três histórias, na verdade um filme escola, feito com alunos, mas compartilhado com dois cineastas (um brasileiro e um latino-americano). Eis os planos, que muitas vezes dão certo”, finalizou.

As inscrições para a sexta edição do Festcine Amazônia – Festival de Cinema e Vídeo Ambiental estarão abertas até 29 de agosto de 2008 (www.festcineamazonia.com.br). Com o tema “Não – A Natureza não pode sair de cena” o Festival acontece em Porto Velho, Rondônia no período de 10 a 15 de novembro de 2008.

Assessoria de Imprensa Festcine Amazônia.

O Acre com três proponentes selecionados no Revelando os Brasis…

                                                               

 
Revelando os Brasis divulga resultado da seleção de histórias

 Quarenta autores de todo o Brasil vão participar das oficinas de formação e de realização audiovisual do projeto, que viabiliza a produção de vídeos digitais a partir de histórias escritas por moradores de municípios com até 20 mil habitantes.

O Revelando os Brasis anunciou a lista de 40 moradores de pequenas cidades que participarão das oficinas de formação e de realização audiovisual do projeto, que viabiliza a produção de vídeos digitais a partir de histórias escritas por autores residentes em municípios com até 20 mil habitantes.

Revelando os Brasis é realizado pelo Instituto Marlin Azul e pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, com patrocínio da Petrobras e parceria do Canal Futura.

Para chegar à lista de 40 autores selecionados, a Comissão de Seleção leu e avaliou 671 histórias inscritas por pessoas de todas as regiões do País. Ao todo, o projeto recebeu 712 inscrições, mas foram desclassificados os candidatos abaixo de 18 anos de idade e os moradores de municípios acima de 20 mil habitantes.

De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 5.568 municípios; desses, 4.006 têm até 20 mil habitantes.

 Cursos – Os autores participarão do Curso de Formação e Realização Audiovisual, entre os dias 24 de junho e 05 de julho, no Rio de Janeiro, com todas as despesas pagas. O curso oferecerá oficinas de introdução à linguagem audiovisual, roteiro, direção, produção, fotografia, som, edição, direção de arte, pesquisa, mobilização, direitos autorais e comunicação colaborativa.

Após os cursos, os selecionados retornarão a suas cidades para transformar as suas histórias em vídeos com até 15 minutos de duração. Nessa fase, eles contarão com o apoio de uma produtora regional que irá providenciar os equipamentos de câmera e de som digitais.

 Os vídeos – Nas duas primeiras edições do projeto, entre 2004 e 2006, foram produzidas 80 obras, entre ficções e documentários. Os vídeos realizados pelo projeto são apresentados em suas comunidades através do Circuito Nacional de Exibição do Revelando os Brasis, que leva uma tela de cinema para os municípios. As produções também são exibidas no programa de TV que vai ao ar pelo Canal Futura. A partir de 2008, os vídeos do projeto também serão lançados em DVD com distribuição gratuita entre organizações sociais e culturais, bibliotecas, universidades e cineclubes de todo o Brasil.  

Os selecionados acreanos

Duplanir de Souza Filho

História: Seu Nome Era Brasília

Brasiléia – AC

 Vandete Cerqueira Sereno Kaxinawá

História: O Espírito da Floresta

Marechal Thaumaturgo – AC

 Wagner dos Santos Soares

História: Arte na Ruína

Xapuri – AC 

A Comissão de Seleção

A Comissão de Seleção do Revelando os Brasis Ano III foi formada por profissionais das áreas de cinema, televisão e jornalismo.

Ana Luiza Azevedo – Diretora e roteirista. Programadora do Cine Santader Cultural desde 2001.

Bete Jaguaribe – Jornalista, mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará, professora dos cursos de Jornalismo e Audiovisual e Novas Mídias da Universidade de Fortaleza (Unifor).

Cássio Starling Carlos – Crítico de cinema da Folha de S. Paulo e mestrando em Ciência da Comunicação na ECA-USP.

Helena Aragão – Coordenadora editorial do site Overmundo. Jornalista fornada pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Joana Nin – Documentarista, jornalista e pós-graduada em Audiovisual. Professora na pós-graduação em Cinema Documentário da Fundação Getúlio Vargas.

João Alegria – Supervisor artístico do Canal Futura e membro do Grupo de Pesquisa Educação e Mídia – GRUPEM.

Patrícia Monte-Mór – Antropóloga e professora do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, onde coordena o Núcleo de Antropologia e Imagem (NAI).


Assessoria de Comunicação:
Instituto Marlin Azul: (27) 3327-2751
Sandra Daniel: (27) 9971-5324
Simony Leite Siqueira: (27) 9811-7395
www.revelandoosbrasis.com.br

Grupo “VIAGENS”…

Reunião amanhã (19/06) na Usina de Arte às 14:00h, para verificar a possibilidade de iniciar as gravações na próxima semana.

Abraços, Wander.

Luz, câmera, ação…

Vamos pessoal do grupo “VIAGENS” e do grupo “AMOR EM PEDAÇOS”, está chegando  a hora das gravações e não podemos desanimar, podemos e devemos utilizar o blog para eventuais mensagens, contatos e ficarmos a par das atividades de cada grupo.

Abraços, Wander.

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