Programação completa do Festival do Teatro Brasileiro

Programação completa do Festival do Teatro Brasileiro

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Programação Infantil

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FESTIVAL DO TEATRO BRASILEIRO NO ACRE: ESPETÁCULOS E AÇÕES DE QUALIFICAÇÃO

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA AS OFICINAS DE QUALIFICAÇÃO 

Em breve, programação completa do festival aqui no blog usinadeolhares.wordpress.com

Pela primeira vez a Região Norte do país recebe o Festival do Teatro Brasileiro (FTB). O Acre será palco de um dos festivais mais importantes da cena teatral brasileira. Nos meses de abril e maio as populações de Rio Branco e Cruzeiro do Sul vivenciarão um encontro com a cultura baiana. Serão 16 apresentações de 6 espetáculos, ações educativas para alunos, de formação de plateia, de qualificação profissional, de musicalização e de intercâmbio entre os grupos de teatro e dança da Bahia e do Acre.

A XVI edição do Festival do Teatro Brasileiro em 2014, a começar pelo Acre, percorrerá  4 estados – AC, MS, ES e SP. O Festival do Teatro Brasileiro traz a rica produção baiana para nossas ruas e casas de espetáculos. O patrocínio é da Petrobras e é uma realização do Ministério da Cultura e Governo Federal.

Grupos que são referência nas artes cênicas brasileiras, estarão presentes em 6 diferentes espetáculos, com sessões distribuídas pelas ruas e teatros de Rio Branco e Cruzeiro do Sul. Também serão oferecidas 4 categorias de oficinas, ações educativas e de introdução de técnicas de artes cênicas para alunos da rede pública de ensino. Durante os 23 dias de realização do festival acontecem bate-papos com o público após as apresentações, oficinas de construção de instrumentos e apreensão de ritmos, bem como convites ao convívio entre os grupos baianos e locais para trocas de experiências profissionais.

Os profissionais das artes cênicas de Rio Branco poderão participar de 4 oficinas de qualificação profissional. A primeira de direção teatral  será ministrada pelo Diretor do Bando de Teatro Olodum, Márcio Meireles. A segunda será de Criação de Iluminação para a Cena com a premiada atriz, diretora e iluminadora Fernanda Paquelet. Uma terceira oficina terá como foco a dança urbana e a dança contemporânea ministrada pelo coreógrafo e dançarino baiano Ananias Break. Uma oficina de dança afro, que terá como ministrante Zebrina que é dançarino do Balé Folclórico da Bahia. E uma última, a oficina de construção de instrumentos e apreensão de ritmos musicais baianos ministrada pelo grupo Bandodipapel, que acontecerá em Rio Branco e Cruzeiro do Sul.

Saiba mais no site: www.festivaldoteatrobrasileiro.com.br

Os interessados em participar das oficinas podem realizar sua inscrição acessando os links abaixo (obs.: algumas oficinas possuem pré-requisito para a participação, que estão expostos no formulário de inscrição. O não atendimento ao pré-requisito, automaticamente impossibilita o interessado em participar da oficina).

Oficina de Direção Teatral:

https://docs.google.com/forms/d/142kn041R8CER64Kd_6pVNSOUXdTx6LEygabxXVE2lFk/viewform - Vagas preenchidas. Para esta oficina apenas inscrições para lista de espera.

 

Oficina de Criação de Iluminação:

https://docs.google.com/forms/d/1uxtEHDEQeAGPkF8HSZZbZcxbvfd-l5QGqePfVXOY3jo/viewform

 

Oficina de Dança Urbana:

https://docs.google.com/forms/d/1XFSUTuK5zRR2-_0yeQ32mhdwgz4BymRaUt07XlK9c0Q/viewform - Vagas preenchidas. Para esta oficina apenas inscrições para lista de espera.

 

Oficina de Dança Afro:

https://docs.google.com/forms/d/1wsi0T1MiGHF3ffKSJtFihEF_bK_8YbLOcBFNTdkS_q8/viewform - Vagas preenchidas. Para esta oficina apenas inscrições para lista de espera.

 

Oficina Bandodipapel:

https://docs.google.com/forms/d/1NhzcmfKx9ky6jm0z-NfXTa7SlHuRCmgWsJwCrkOblF8/viewform

Balé Folclórico da Bahia estreia turnê nacional em Rio Branco

ImagemO Balé Folclórico da Bahia, aclamado internacionalmente, comemora 25 anos com turnê nacional do espetáculo “Herança Sagrada – A Côrte de Oxalá”, inspirado em rituais do candomblé. Rio Branco é a cidade de estreia em única apresentação, no dia 3 de abril, 20 horas, no Teatro Plácido de Castro. O Balé segue para Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luis (MA), e encerra a temporada nacional com duas apresentações na sua própria cidade, Salvador (BA). A apresentação na capital tem o apoio cultural do governo do Estado, por meio da Fundação Elias Mansour (FEM).

Bailarinos reproduzem movimentos de alguns dos mais importantes rituais do candomblé ( Foto: Divulgação)

A companhia já se apresentou em 24 países, e viaja pouco pelo Brasil. A turnê tem patrocínio de  O Boticário na Dança. “O espetáculo já é consagrado em vários países, agora precisa ser conhecido pelos brasileiros”, afirma Walson Botelho, fundador e diretor-geral do Balé, conhecido como Vavá Botelho.

A turnê representa um trabalho árduo desenvolvido durante 25 anos pelo Balé. “Manter uma equipe que se dedica à dança em regime integral, com intenso preparo técnico, físico e muita pesquisa, é uma luta diária”, afirma Vavá.

O espetáculo – Em “Herança Sagrada”, os bailarinos reproduzem com fidelidade sequências de movimentos de alguns dos mais importantes rituais do candomblé, numa coreografia baseada em danças do culto afro-brasileiro. No palco, 26 bailarinos, músicos e cantores apresentam movimentos vibrantes e sonoridade arrebatadora.  A segunda parte reúne coreografias clássicas do repertório do Balé, que traduzem as mais importantes manifestações folclóricas baianas, em “Puxada de Rede”, “Capoeira” e “Samba de Roda”, além de “Afixirê”, coreografia inspirada na influência dos escravos africanos na cultura brasileira. O espetáculo tem duração de 90 minutos.

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“Somos, provavelmente, um dos maiores embaixadores da cultura popular brasileira para o mundo inteiro, e temos divulgado a Bahia em todo o planeta”, destaca o diretor.

Serviço

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Por Rose Farias

Miquéias e Virgínia realizam concerto sobre a obra de Guerra-Peixe

ImagemO violinista Miquéias Haluen e a pianista Virgínia Villanova realizam concerto em homenagem a César Guerra-Peixe (1914-1993), compositor e instrumentista brasileiro. A apresentação do duo será no sábado, 29, às 19 horas, na Usina de Arte João Donato. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (estudantes). O apoio cultural é do governo do Estado, por meio da Fundação Elias Mansour (FEM).

O concerto apresenta um programa com nove composições de Guerra-Peixe, entre solos para violino e piano, e duo em “A Inúbia de Caboclinho”, “Variações Opcionais”, “Rabeca Triste” e “Três Peças”.

A homenagem a Guerra-Peixe é um reconhecimento a sua obra musical, que é destaque no cenário nacional e internacional. Os artistas apresentam a obra do compositor para piano e violino, ao público da capital, com a ideia de torná-la conhecida a estudantes e amantes da música escrita no país no século XX.

“Guerra-Peixe deixou um importante legado musical, que inclui discos de música erudita e contemporânea, além de pesquisas e publicações. Esperamos que o público compareça para conhecer um pouco mais sobre a obra desse artista composta para violino e piano”, comenta Miquéias.

Miquéias Haluen – O violinista estudou na academia superior de música Professor Pancho Vladigerov, na Bulgária. Foi spalla assistente – nome dado ao primeiro-violino de uma orquestra – da orquestra sinfônica de Minas Gerais e gravou cd na Alemanha. Miquéias já dividiu palco com Arthur Moreira Lima, Nana Caymmi, Wagner Tiso, Zizi Possi, Bibi Ferreira e Gal Costa.

Virgínia Villanova – É pianista-virtuose com formação superior e pedagoga musical. Fez parte, como instrumentista, do Ballet Bolshoi; venceu vários concursos, entre eles, melhor Intérprete Brasileira da Música Japonesa. Participa ativamente do processo de musicalização, apresentando a linguagem musical utilizando metodologia própria.

Por Rose Farias

Espetáculo – O Príncipe da Dinamarca

Ministério da Cultura e Petrobras

apresentam 

O PRÍNCIPE DA DINAMARCA

O príncipe da dina

O espetáculo “O Príncipe da Dinamarca” foi selecionado no Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2013/2014 e irá circular por cinco cidades do país: Recife (PE), Goiânia (GO), Brasília (DF), Rio Branco (AC) e Manaus (AM).

O premiado diretor e adaptador Angelo Brandini e sua companhia Vagalum Tum Tum estão de volta ao universo shakesperiano. Depois de transformar Rei Lear em “O Bobo do Rei” e “Othelo” em “Othelito” – ambas montagens vencedoras  de vários prêmios da crítica especializada – é a vez de  “Hamlet”, um dos maiores clássicos de Shakespeare ganhar os palcos em sua versão Infanto Juvenil com “O Príncipe da Dinamarca”.

 Adaptação - Perguntado sobre qual a maior dificuldade para adaptar esse texto denso para o universo infantil,  Angelo explica que “é a mesma para qualquer adaptação dos textos clássicos e principalmente os de Shakespeare: manter a essência do original e ao mesmo tempo torná-la interessante às crianças e jovens”.

Sobre o Espetáculo Príncipe da Dinamarca:

Tudo começa numa noite escura, quando dois coveiros são surpreendidos pelas as caveirinhas dos personagens de Hamlet, que decidem elas mesmas representarem a história de Shakespeare.

O então príncipe da Dinamarca recebe a visita do fantasma de seu pai, que lhe conta a respeito de sua morte e pede ao filho que o vingue.

A partir daí, o Príncipe finge-se de louco e cria um plano de vingança, ainda que tenha dúvidas sobre as palavras ditas pelo fantasma.

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Duração

60 min.                                                                                            

Público alvo

Na faixa etária dos 6 aos 16 anos, além dos pais e  acompanhantes.

Serviço:

Usina de Arte João Donato

Dia 21/03 (sexta-feira) – sessões às 10h e 15h – exclusivas para escolas

Dias 22/03 e 23/03 (sábado e domingo) – sessões às 18h – abertas ao público geral

Ingressos:

R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia entrada.

Assista trechos do espetáculo: https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=DHxca8gxeak

Este projeto foi selecionado pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2013/2014

         

Em março o espetáculo SOLAMENTE FRIDA fará curta temporada na Usina de Arte

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O Espetáculo Solamente Frida estará em cartaz no Teatro da Usina de Arte. O trabalho estreou em 2012, em Rio Branco e fez temporadas no Teatro Plácido de Castro e Cine Teatro Recreio; participou do IX FESTIVAL INTERNACIONAL DE SANTA CRUZ DE LA SIERRA/Bolívia, com grupos da Europa e Américas; fez o SESC AMAZÔNIA DAS ARTES; participou do FESTIVAL DA AMAZÔNIA, em Manaus; foi selecionado para o Palco Giratório do SESC/ 2014 e convidado para o MAYO TEATRAL/Cuba-Havana e Festival do Equador/ Cuenca e Festival de La Paz, em 2014. Ganhador do Prêmio Myriam Muniz para Montagem/ 2010 e Circulação/ 2013, SOLAMENTE FRIDA, a partir de março, viaja pelo Brasil: são 33 apresentações, 26 cidades, 16 estados, 10 oficinas, 6 encontros e milhares de quilômetros, por todas as regiões do Brasil, cumprindo a Circulação do Prêmio Myriam Muniz e o Projeto Palco Giratório do SESC.

SOLAMENTE FRIDA

A interpretação é de Clarisse Baptista e Nonato Tavares, ator Amazonense, com longa carreira no Teatro, como ator, diretor, cenógrafo e fundador da Cia. Vitória Régia.

Esse feliz encontro, de pessoas diferentes e de lugares tão distantes, é o resultado de outros encontros anteriores, ocorridos em festivais, oficinas e trabalhos diversos. Todos se reunindo em torno da ideia de falar de uma mulher extraordinária, a pintora mexicana FRIDA KAHLO.

Entre idas e vindas, desde julho do ano de 2011 os grupos se encontram em períodos intensivos de trabalho, para conciliar as agendas de todos. O Teatro de Los Andes, sediado em Yotala, na Bolívia, é o responsável pela encenação, direção musical, direção geral e cenografia.

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SOLAMENTE FRIDA.

Quando e horário? Nos dias de 13, 14 e 15, às 21 horas e 16, 18, 19 e 20, às 20 horas, em março!

Onde: Teatro da Usina de Arte João Donato

Ingressos: R$20,00 e R$ 10,00

O ENIGMA DA VIOLÊNCIA

Saí ontem do Cemitério São João Batista no Rio de Janeiro ciente de que a vida estará sempre em risco e por um fio, enquanto não mudarmos nosso comportamento em adequação a outras maneiras de conviver em grupo. Seremos sempre vítimas inconscientes da nossa própria formação e desinformação. E nada mais trágico de que o homem certo para decifrar enigmas e profundezas da natureza humana, com o simples uso do diálogo, tenha perdido a vida sem encontrar a solução.

 

Com certeza, diante do ocorrido e se ele estivesse vivo, faria provavelmente um filme com as  perguntas imponderáveis aos jovens adolescentes, tais como: “ O que leva um menino de 10 anos a atirar na professora pelas costas e em seguida se suicidar?”  Fato ocorrido numa  sexta feira do ano de 2010  em São Paulo. “O que leva  um menino de 13 anos  a matar a família e se matar em São Paulo em agosto de 2013”.  “ E porque um menino de 13 anos mata o irmão de 12 com um disparo aparentemente acidental ?”  

 

No domingo, dia 2 de fevereiro, Eduardo Coutinho, um dos mais importantes cineastas do Brasil foi assassinado pelo próprio filho. Diante dessa tragédia surpreendente devemos perguntar: em que mundo vivemos? Será que a violência não está mais entranhada em nossa cultura do que pensamos?  Está disseminada na sociedade de forma explícita nos conflitos armados, mas também  aparece diluída de forma oculta em meio ao comportamento social e formatada pelos veículos de comunicação de massa. Nesse caso, será que o cinema não tem alguma coisa a ver com isso?  Tenho certeza que este tema não iria passar despercebido e Coutinho iria rodear calmamente em volta desse núcleo de incertezas para buscar a fonte original do problema.  E ele era o cineasta para isso.

 

Nas primeiras décadas do século vinte, o revolver era o instrumento que impunha a lei,  balizava os conflitos e cumpria a função de eliminar, em duelo justo, sujeito a regras rígidas, o personagem que feriu a lei, matou a traição ou tentou impor sua vontade à população. Mas na evolução dos tempos, as armas no cinema se tornaram mais sofisticadas e letais.   Incorporadas ao cenário urbano as armas de fogo adquiriram status de efeito estético  e performático indispensável para o filme de ação. O cinema acompanha  os movimentos sociais pois será sempre reflexo do real ou do imaginário popular. No entanto estamos recebendo, diariamente, através das salas de cinema e das TVs de Assinatura, uma carga exagerada de séries de  filmes de ação, nos quais os conflitos são narrados  de forma excessivamente violenta.  E o que vemos  hoje é o recrudescimento nas telas, da violência desmotivada e da crueldade envolvida com sadismo. Um cinema globalizado que apresenta um mundo fictício mas convincente,  para sociedades ingênuas ou  corrompidas  e dominadas por criminosos e justiceiros. E no centro dessa nova dramaturgia, poderá  estar o revolver na mão de uma criança.

 

A morte de Eduardo Coutinho é uma perda irreparável para a cultura brasileira  que vai se refletir na obra que deixou e inspirar os jovens cineastas brasileiros a buscar, através do seu método, o fundo de uma verdade inesquecível.

 

 

                                                                                                                                     Maurice Capovilla

Encerramento dos Cursos Técnicos e FIC da Usina de Arte João Donato

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O Governo do Acre, por meio do Instituto Dom Moacyr, da Fundação Elias Mansour e da Usina de Arte, mais uma vez têm, a grata satisfação de encerrar neste fim de semana, 21 de dezembro de 2013, cursos de formação em diferentes áreas artísticas, desta vez Cursos Técnicos e de Formação Inicial e Continuada, oferecidos no âmbito do PRONATEC.

O evento acontecerá a partir das 18 horas, na Usina de Arte, com a presença do Instituto Dom Moacir, da Fundação Elias Mansour, de familiares e amigos dos educandos.

Na ocasião, somente os alunos dos cursos FIC (Editor de Vídeo, Ilustrador, Operador de Áudio e de Fotógrafo), receberão certificado. Os alunos dos cursos técnicos de Artes Visuais, Áudio e Vídeo, Composição e Arranjo e Arte Dramática serão certificados em evento posterior, porém estarão exibindo o filme De lá pra cá, com roteiro inspirado no livro Hélio Melo – coletânea de textos (2011). O filme é resultado de um projeto que integra os quatro cursos técnicos da Usina de Arte.

O roteiro foi uma criação coletiva de todos os mediadores e alunos, as filmagens e edição foram realizadas pelos mediadores e alunos de Áudio e Vídeo, a composição e gravação da trilha sonora foram feitas pelos alunos e mediadores de Composição e Arranjo, a interpretação é dos alunos de Arte Dramática com figuração de alunos dos outros cursos, e a cenografia é toda dos alunos e mediador de Artes Visuais.

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Além da exibição do filme De lá pra cá, também estarão sendo exibidos vídeos produzidos pelos cursos de Editor de Vídeo e Operador de Áudio, além da exposição dos trabalhos finais dos cursos de Ilustrador e Fotógrafo.

Programação de encerramento da Semana de Economia e Criação Digital-Acre

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Dia 06/12/2013 (sexta-feira)

17:30 hrs Zé Jarina-César Farias
19:00 hrs Clenilson Batista Clenilson Capú Batista

Dia 07/12/2013 (sábado)

17:00hrs Contação de Estória “Tampinha”
17:30 hrs  Grupo Hélio Melo
18:20 rhs Ronnie BluesRonnie Blues
19:00 hrs Banda Camundogs

Local:Usina de Artes João Donato

Realização Sebrae-Parceiros FEM, FGB e RAC, PMRB e Governo do Estado do Acre

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